English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified English Portuguese Japanese Spain Italian Chinese Simplified

A geração tolerância

...Não é fácil para quem fala, menos ainda para quem ouve. As mães se assustam, mas logo o amor materno supera o choque do novo. Os pais demoram mais a metabolizar a novidade. A orientação sexual ainda é e vai ser por muito tempo uma questão complexa e tensa no seio das famílias. Isso muda muito lentamente. O que mudou muito rapidamente, porém, foi a maneira como a homossexualidade é encarada por adolescentes e jovens no Brasil. Declarar-se gay em uma turma ou no colégio de uma grande cidade brasileira deixou de ser uma condenação ao banimento ou às gozações eternas. A rapaziada está imprimindo um alto grau de tolerância a suas relações, a um ponto em que nada é mais feio do que demonstrar preconceito contra pessoas de raças, religiões ou orientações sexuais diferentes das da maioria.

... Ao longo da última década, a indústria do entretenimento tem refletido, de forma acentuada, as mudanças culturais em relação à sexualidade. Na televisão, nunca houve tantas séries retratando o universo gay. Entre as produções de maior sucesso, figuram o seriado americano Glee, que tem como um dos protagonistas um adolescente recém-assumido gay para o pai, e The L Word, sobre um grupo de lésbicas atraentes e chiques de Los Angeles. Nas novelas brasileiras, os homossexuais já não são mais tratados de maneira tão caricatural. "É possível exibir na TV a vida comum de casais gays sem que isso provoque a rejeição do público, como no passado. Hoje, esses personagens fazem o maior sucesso", analisa Manoel Carlos, autor da atual novela das 8, Viver a Vida. Isso não só ajuda a levantar o diálogo sobre a homossexualidade em casa como ainda minimiza a resistência a ela. O rol de celebridades que se assumem gays também cumpre, em certo grau, esse papel. O último a deixar o armário foi o cantor porto-riquenho Ricky Martin, autor do sucesso Livin’ la Vida Loca, que, aos 38 anos, declarou ser gay em tom profético: "Hoje aceito minha homossexualidade como um presente que a vida me deu".

Laia mais (Veja)

Nota: Percebe-se que este é um assunto bem delicado. Como afirmou ontem em Brasília o Pr. Ivan Saraiva, no 1° dia da semana de oração da família, de forma muito sábia sobre o assunto homossexualismo: "Não vos conformeis com este mundo (século), mais transformai-vos pela renovação de vossa mente"... Nossa sociedade pós moderna em que vivemos se tem deixado os valores sagrados e o homem tem se voltado totalmente para egoísmo de seu próprio egoísmo humano, deixando de lado o conhecimento do que seja "a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rom 12:2).

O que percebemos é que cada década na humanidade se abre um leque de costumes que desagradam a Deus, atualmente os homossexuais receberam o direito e amparo da lei Brasileira, assim como nos demais países que se prostraram a essa realidade degradante. Este acontecimento promoveu a livre e espontânea manifestação dos homens e mulheres que se escondiam com medo das represálias de uma sociedade preconseituosa, que parece estar ficando no passado. Não quero porém que entenda caro leitor que tenho preconseito com os homossexuais, quero que entenda que assim como relatou o Pr. Ivan Saraiva " Nós os Adventistas amamos os homossexuais" esteja bem claro aqui!.

O que desejamos é que se compreenda qual seja "a boa, agradável e perfeita vontade de Deus", porém para isso se faz necessário renovar a mente, entender o desagrado a Deus e tomar a decisão por servir a Deus e sua vontade. O desagrado do homem as vontades de Deus O levou a deixar o homem a sua própria sorte, estando entregue as suas próprias paixões, por terem rejeitado o conhecimento de Deus, foram entregues a toda sorte de imundícia desonrando seus corpos entre sí. No passado, por terem trocado a verdade de Deus em mentira, quanto mais em nossos dias. ver (Rom 1:25-28)



Cérebro tem banda larga interna

Uma nova tecnologia ligada a uma importante descoberta, pode abrir amplas janelas para entender o funcionamento do cérebro. No fim do ano passado foi anunciada a descoberta de circuitos de neurônios especiais que podem trafegar dados em velocidades até 3 mil vezes maiores que a rapidez normal entre certas áreas do cérebro. O mais surpreendente é que esses circuitos estão em áreas que até recentemente se consideravam inúteis no cérebro. Tradicionalmente os cientistas concentraram seus estudos no mapeamento e funcionamento dos neurônios, as principais células nervosas, tentando monitorar como elas disparam potenciais elétricos que conduzem mensagens ao longo do seu corpo e liberam neurotransmissores químicos nos pontos de contatos com outros neurônios.

Os neurônios estão principalmente no que se chama “massa cinzenta” que ocupa a metade do volume do cérebro. A outra metade, chamada de “massa branca” é constituída de longos filamentos com poucos neurônios.

Pouquíssimo se sabia da função dessa massa branca, que se parece uma cabeleira de filamentos isolados por uma substância gordurosa isolante chamada mielina. Sabia-se que danos nesse encapamento de mielina, quando rompido por doenças, pode ser uma das causas do mal de Alzheimer, assim como fios elétricos desencapados podem causar curtos-circuitos danosos.

O que se descobriu recentemente é que as longas fibras brancas desempenham um papel importante na transmissão de informações dentro do cérebro. Essas fibras, aparentemente, funcionam como se fossem conexões de banda larga popularizadas na Internet. George Bartzokis, professor de psiquiatria da Universidade da Califórnia, explica as recentes descobertas na edição de dezembro da Technology Review: “Graças às camadas de isolamento que impedem a fuga de impulsos elétricos, as fibras com mielina podem mandar sinais aproximadamente 100 vezes mais rápidas que as não isoladas. A mielina também faz transmissão de mais informações por segundo, reduzindo o tempo de espera entre sinais. Com isso os neurônios blindados por mielinas podem processar 3 mil vezes mais informações. Isso é crucial para a fala e processamento da linguagem,” diz Bartzokis.

[Se você tiver tempo e se interessar pela leitura do restante do texto, clique aqui.]

Três trechos me chamaram a atenção de maneira especial:

“Os neurônios formam conexões que lembram rios correndo numa planície, seguindo leitos de menor resistência. … esses caminhos, pela experiência e aprendizado, acabam formando feixes densos em direções predominantes. O reforço de conexões muito usadas acaba alterando sua forma, da mesma maneira que músculos muito exercitados ficam mais fortes e definidos.” [Isso quer dizer que aquilo que lemos, assistimos, ouvimos, pensamos acaba "moldando" o cérebro e tornando mais fácil ou mais difícil pensar de determinada maneira. "Pela contemplação somos transformados", já dizia Ellen White, há um século.]

“Seres humanos têm mais de 100 bilhões de neurônios que fazem entre eles mais de 100 trilhões de conexões, as chamadas sinapses. Para se ter ideia da complexidade, um dos dispositivos mais complicados produzidos pela tecnologia, o microprocessador Intel duocore mais avançado tem apenas 400 milhões de transistores, os equivalentes aos neurônios.”

“O cérebro é essencialmente um computador que cria sua fiação durante o desenvolvimento e que pode refazer seus circuitos”, explica Sebastian Seung, um neurocientista computacional do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

F. (Sábado.com)

Do domingo para o sábado

A convicção de que o sábado é o dia do Senhor desperta a disposição para o sacrifício dos membros veteranos e mudanças radicais na vida daqueles que abraçaram recentemente a fé adventista. No povoado de São Bento, no município de Tutoia, MA, moram cerca de cem famílias. Lá, dona Maria Ester Ferreira da Silva e a comunidade, decidiram construir uma capela para adorar a Deus. Na cerimônia de inauguração, realizada num domingo, Ester perguntou ao padre qual era a igreja verdadeira.

O clérigo respondeu que procurasse a resposta na Bíblia. Na mesma semana, ao ler sobre o sábado nas Escrituras, começou a observar o quarto mandamento e a pregar sobre a questão para os vizinhos. Depois de muita relutância dos líderes da comunidade, hoje, cerca de 90% dos moradores guardam o sábado. Os que ainda não seguem esse preceito, estão estudando a respeito. O povoado,que é turístico, aos sábados já não recebe mais visitantes. A capela se tornou uma igreja adventista. Para o pastor local, Cristian Macedo, é impressionante perceber como Deus transforma vidas por meio da verdade sobre o sábado.














Troca de placa
– Em Cabo Frio, RJ, Carlos foi membro de uma igreja pentecostal por 14 anos e chegou a fazer um curso de teologia. Insatisfeitos com osensinamentos de sua igreja, ele e sua família decidiram abrir uma denominação. Certo dia, ao lerem um livro religioso, descobriram o princípio sobre o sábado e decidiram observá- lo do jeito que imaginavam. Logo, começaram a compartilhar o novo ensino com os cerca de 70 membros da igreja, que aceitaram o preceito. Apesar de a comunidade guardar o sábado, seus cultos ainda eram marcados por manifestações do dom de línguas e exorcismo. Porém, em menos de um mês, o colportor Oséias bateu à porta da cunhada de Carlos, Alessandra, e lhe vendeu o livro Os Dez Mandamentos. Empolgada com a leitura, ela compartilhou a história com a irmã Andréia e lhe contou que ouvira falar de Ellen G.White. Posteriormente, ao encontrar novamente o colportor, encomendou dez exemplares de O Grande Conflito. Não contentes apenas com aleitura, montaram uma classe bíblica na igreja em que os membros assistiam as explicações de irmãos e de um pastor adventista. Andréia se decidiu pelo batismo e, o marido Carlos, posteriormente, também. Ao anunciar para a comunidade sua decisão, disse que aquele templo seria dedicado à igreja adventista. Os membros levaram um choque e houve uma divisão na comunidade. A placa da igreja foi trocada. Em julho do ano passado, os nove primeiros conversos foram batizados, a família de Carlos e outros interessados: “Passei 14 anos ensinando o erro. Agora, tenho que correr atrás do prejuízo e ensinar a verdade para as pessoas que iludi”, avalia Carlos. Ao que tudo indica, este ano será marcado por muitos testemunhos de fidelidade e conversão por causa da vivência e do entendimento sobre a doutrina do sábado. Uma oportunidade singular para que você e sua família sejam tão abençoados por Deus como tem sido o sétimo dia da semana. –

Com reportagem de Felipe Lemos, Alínic Carmo, Élio Moura, Marcos Daniel Peres, Suellen Timm, Carolina Ferraz, Tatiane Lopes e Fabiana Bertotti.


F. (Revista Adventista)

Tempo para você

Se as últimas décadas foram marcadas pelas vitórias da medicina sobre muitas doenças do corpo, o desafio do século 21 é ajudar a humanidade a não entrar em colapso emocional. Não se trata apenas dos distúrbios sérios, que pedem tratamento profissional com terapias e remédios, mas do equilíbrio emocional no dia a dia. Saúde é mais que ausência de doença, é bem-estar total.

É possível viver o hoje, livre do ontem e sem medo do amanhã


Os especialistas falam de vários inimigos da saúde emocional, entre eles: ansiedade e culpa. Os sintomas podem ser percebidos no pai que perde o sono por causa do risco do desemprego; da mulher que vive a pressão de conciliar o trabalho com o papel de mãe; ou de um adolescente que, bombardeado pela propaganda, acredita que seu valor se mede pela marca de uma roupa. O pior da ansiedade é que ela nos aprisiona ao futuro. Coloca a felicidade como algo a ser alcançado, mas indisponível agora. Cria o sentimento de constante insatisfação, mau humor e intolerância. Faz com que as incertezas do amanhã tirem a paz do hoje.
A culpa, por sua vez, nos amarra ao passado. Seu peso pode ser sentido pelos pais que perderam o filho para as drogas; pelo jovem, outrora ingrato, que agora toca o caixão da mãe; ou pelo marido que carrega o remorso da destruição de seu lar por uma aventura amorosa. A culpa não resolvida esgota as forças. Suga o que há de melhor em nós. Ri dos sonhos de liberdade e regeneração, jogando na cara do culpado uma dívida impagável. Gera angústia, depressão. Pode matar.

O segredo – O problema é moderno, mas a solução de Deus é muito antiga: “Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal” (Mateus 6:34). O conselho é simples e prático, porque Ele, no verso anterior, promete suprir todas as necessidades daqueles que O buscarem (v. 33). Se você duvida, olhe para as aves, que não pedem socorro e não fazem nada por merecê-lo, mas mesmo assim são sustentadas (v. 26). O texto ainda termina dizendo que é inútil o homem se angustiar em relação ao que não pode mudar, pois aquilo que está além de nós, deve-se confiar a Deus (v. 27). Para os ansiosos, Ele pode quebrar as cadeias que os prendem ao futuro.
Quanto à culpa, alguns psicólogos diriam que o Cristianismo é a religião que mais oprime o homem. É verdade que durante muitos séculos uma falsa compreensão sobre o caráter divino fez da fé um fardo insuportável. Alguns chegaram a considerar a voz do Diabo mais doce que a de Deus. Mas esse não é o retrato que a Bíblia pinta: “Venham a Mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso…” (Mateus 11:28). A paz interior que o Deus da Bíblia concede está além do entendimento, porque não vem de passeatas contra a violência ou de acordos de cessar-fogo, mas do toque de quem conhece o íntimo do ser humano. Ele é especialista em jogar culpas no fundo do mar e apagar o passado perturbador.

Certo do desequilíbrio do homem moderno, Deus providenciou um dia por semana para celebrar a liberdade emocional. O sábado é símbolo do cuidado e perdão de Deus. Do cuidado, porque aceita-se o desafio de ficar 24 horas longe das preocupações diárias. As contas e compromissos não deixam de existir, mas a responsabilidade é compartilhada com Deus. Foi essa a experiência do povo de Israel no deserto. Toda sexta-feira caía maná (pão do Céu) em dobro, para que no sábado descansassem na providência divina (Êxodo 16:4-31).
Os especialistas falam de vários inimigos da saúde emocional, entre eles: ansiedade e culpa. Os sintomas podem ser percebidos no pai que perde o sono por causa do risco do desemprego; da mulher que vive a pressão de conciliar o trabalho com o papel de mãe; ou de um adolescente que, bombardeado pela propaganda, acredita que seu valor se mede pela marca de uma roupa. O pior da ansiedade é que ela nos aprisiona ao futuro. Coloca a felicidade como algo a ser alcançado, mas indisponível agora. Cria o sentimento de constante insatisfação, mau humor e intolerância. Faz com que as incertezas do amanhã tirem a paz do hoje.

A culpa, por sua vez, nos amarra ao passado. Seu peso pode ser sentido pelos pais que perderam o filho para as drogas; pelo jovem, outrora ingrato, que agora toca o caixão da mãe; ou pelo marido que carrega o remorso da destruição de seu lar por uma aventura amorosa. A culpa não resolvida esgota as forças. Suga o que há de melhor em nós. Ri dos sonhos de liberdade e regeneração, jogando na cara do culpado uma dívida impagável. Gera angústia, depressão. Pode matar.


por Wendel Lima

F. (Esperança)

Jesus em papel de embrulho


As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça. Lucas 9:58

O pastor George Vandeman, já falecido, conta que um dia, o Sr. Ari Winston, famoso avaliador de diamantes, estava muito agitado. E agitada estava também a multidão que se havia aglomerado em volta dele. Ele havia comprado um dos mais famosos diamantes do mundo. E esperava a entrega da valiosa pedra a qualquer instante.

Em meio à multidão achavam-se amigos, repórteres e curiosos, todos ansiosos por ver pela primeira vez o famoso diamante. Todos aguardavam o carro blindado e a escolta policial que faria a entrega. A segurança seria, sem dúvida, a maior possível.

Um homem, em uniforme de carteiro, tentou abrir caminho por entre a multidão, mas foi empurrado para fora. Ninguém queria que lhe desviasse a atenção da chegada da fabulosa gema. E a multidão crescia. Algumas pessoas mantinham olhares vigilantes na rua, prontas para anunciar a chegada da escolta armada.

O carteiro tentou novamente abrir caminho em meio ao povo. Segurava nas mãos um pacote enrolado em papel de embrulho e amarrado com barbante. Disse que precisava entregá-lo ao Sr. Winston. Imaginem! Quem era ele? Algum idiota querendo que seu nome saísse no jornal?

Finalmente, mais por irritação do que por cortesia, eles deixaram que o teimoso carteiro passasse. O Sr. Winston tomou o pacote nas mãos, olhou o remetente, e soltou um grito. Com as mãos trementes, rasgou o papel de embrulho que envolvia uma pequena caixa. Então abriu-a e suavemente ergueu o precioso diamante para que todos o vissem.

Por alguns instantes todos permaneceram em silêncio. Como é que uma maravilha dessas podia chegar desse jeito, em papel de embrulho?

Há dois mil anos ocorreu algo semelhante. O povo estava aguardando ansiosamente o Messias. Eles esperavam que Ele chegasse em glória e majestade, acompanhado por uma escolta de anjos, Se assentasse no trono de Davi e sacudisse o jugo romano. Mas eles não podiam imaginar que Ele viesse em papel de embrulho!

E como o povo estava mais interessado na beleza da embalagem do que na beleza de caráter, eles “não O receberam” (Jo 1:11).

Aceitemos agora, pela fé, o sacrifício do “homem de dores”, para que Ele nos receba quando vier “na glória de Seu Pai, com os Seus anjos” (Mt 16:27).

Nota: Leia meditação diária, acesse a imagem no blog e Deus te abençõe!

Lavar as mãos te deixa livre de culpas, literlamente

Então é por isso que Pôncio Pilatos lavou as mãos

Se você tiver tomado uma decisão difícil e quer que ela seja cumprida, lave as mãos. Uma equipe de psicólogos descobriu que o simples ato de lavar as mãos faz após tomar uma decisão faz com que as pessoas se sintam mais confortáveis com as escolhas que que fizeram, apagando todas as dúvidas sobre as escolhas cotidianas.


O estudo, da Universidade de Michigan, observou que o ato parece afastar as dúvidas de que a pessoa fez a coisa certa. A pesquisa aponta que pessoas que lavaram a mão logo após a tomada de uma decisão importante estavam felizes com suas escolha, em comparação com aqueles que não o fizeram.

Um grupos de jovens estudantes foi avaliado para observar a preferência deles por CDs. Os jovens analisarem 30 capas de CD e eles escolheram 10 CDs que eles gostariam de possuir e classificaram pela preferência. O estudo então incluiu uma “recompensa” ao teste: que os estudantes escolhem ficar com o quinto ou sexto álbum da lista. Em seguida, metade dos participantes lavou as mãos. Os pesquisadores descobriram que aqueles que lavaram as suas mãos estavam mais felizes com sua decisão do que aqueles que não o fizeram.

Nota de um comentarista que me chamou atenção:
Alexandre Ludvigue disse: Pôncio Pilatos fez tal gesto, apenas porque era o costume romano da época. Um gesto simbólico representativo.Impossível é fazer tal pesquisa, pois como pesquisar centenas de pessoas para um teste onde antes de lavar as mão, elas já tenham uma real decisão séria para fazer, justamente na hora da pesquisa. Acho que tais testes sem sentidos e comprovados, jamais deveriam ser publicados, mas, se é para encher linguiça, eu já a compro pronta no supermercado.

F. (R.Super Interessante)

Nota: Esse tipo de pesquisa deixa bastante a desejar. Até onde sabemos o motivo não está ligado ao lavar das mãos, sabemos que esse ato de pilatos visava amenizar apenas seu próprio sentimento de culpa; pois sabia que Aquele que estava de diante dele era uma pessoa muito importante, porém não negou os prazeres e as posições deste mundo, e precipitou-se no abismo do egoismo humano. O Governador da Judéia de 26 à 36 d.C, Pilatos Deixou Jesus morrer por motivos políticos, onde o ato de lavar as mãos estava ligado.

Veja o comentário da Escritora Ellen White sobre o assunto, extraido de seu livro:

"Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste Justo: considerai isso." Mat. 27:24. Pilatos disse consigo mesmo: Ele é um Deus. Virando-se para a multidão, declarou: Estou limpo de Seu sangue. Tomai-O vós e crucificai-O. Mas notai isto, sacerdotes e príncipes: Eu O declaro justo. Que Aquele que Ele diz ser Seu Pai vos julgue a vós e não a mim pela obra deste dia. Depois, para Jesus: Perdoa-me esta ação; não Te posso salvar. E fazendo açoitá-Lo, entregou-O para ser crucificado.

Pilatos anelava libertar a Jesus. Viu, porém, que não podia fazer isso e conservar ainda sua posição e honra. De preferência a perder seu poder no mundo, escolheu sacrificar uma vida inocente. Quantos há que, para escapar a um prejuízo ou sofrimento, de igual modo sacrificam o princípio! A consciência e o dever apontam um caminho, e o interesse egoísta indica outro. A corrente dirige-s
e vigorosamente para o lado errado, e aquele que transige com o mal é arrebatado para a espessa treva da culpa. O Desejado de Todas as Nações. pàg. 738

"Os bispos perderam o tom"

Com tanta notícia em todo o mundo relacionando padres à pedofilia, a ponto de o próprio papa Bento XVI ter se manifestado sobre o assunto, nada mais natural que a 48ª Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tenha abordado o tema, em Brasília. É surpreendente, porém, a maneira como fez, projetando a prática desse crime para toda a sociedade ou justificando-o com jogo de palavras.

O arcebispo de Porto Alegre, dom Dadeus Grings, afi- rmou: “A sociedade atual é pedófila.” Levou um cala boca do porta-voz da Conferência, dom Angélico Bernardino: “Essa não é a opinião da CNBB.” Mas o próprio dom Angélico na sequência também patinou e não se sabe o que ele quis dizer ao certo: “Tocar numa criança é diferente de tocar numa adolescente. Há uma confusão generalizada: uma coisa é pedofilia, outra coisa é efebofilia.”

Bruna Cavalcanti.
F. (R.ISTOÉ)

Nota: A confusão entre o corpo da Igreja Romana é assustador, os bispos demonstram a falta de segurança ao falar sobre tal problema que vem assolando a Igreja. O Papa Bento XVI quem o diga, ao afirmar que o problema da Igreja é o homossexualismo, percebe-se que não estão falando a mesma língua. Gostaria de lembrar que a falta de respeito ao ser humano não é algo novo na Igreja romana, é fato que a acompanha desde seu apogeu.

Canal que exibe 'South Park' quer lançar desenho com Jesus Cristo

O canal de TV norte-americano Comedy Central, que exibe o polêmico "South Park", planeja um novo desenho. Na atração o personagem principal será Jesus Cristo.

Intitulada "JC", a animação mostrará Jesus como alguém que quer sair da sombra de seu "poderoso porém apático" pai e deseja viver uma vida mundana e tranquila em Nova York. O programa deverá ter 30 minutos de duração.

O Comedy Central é notório por veicular, principalmente em "South Park", conteúdos de forte tom irônico e que passam longe do politicamente correto.

Represália terrorista
Em abril, o desenho animado criado por Trey Parker e Matt Stone foi alvo de ameaças de grupos islâmicos após satirizar a imagem do profeta Maomé. O episódio acabou sendo censurado.

Recentemente, na tentativa de explosão de um carro-bomba na área de Times Square, em Manhattan, foi cogitada a hipótese de represália ao canal. O local em que o carro estava estacionado ficava próximo ao prédio da Viacom, conglomerado de mídia dono do Comedy Central.

F. (G1)

Nota: Não fico surpreso com estes tipos manifestações, mais percebo que muitas pessoas além de ganharem dinheiro com o nome Jesus, também buscam deturpar a mente de crianças que certamente virão a assistir este tipo de desenho que não edifica em nada! A mensagem de dos representantes de "South Park" estão bem aquém das vontades daquele que tal qual deseja total perdição por saber que seu tempo se aproxima para o fim. Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar” (I Pedro 5:8). Vejo este tipo de entretenimento como mais uma das artimanhas para tragar se possível até os eleitos.

Related Posts Plugin for Blogger...