English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified English Portuguese Japanese Spain Italian Chinese Simplified

Coletânea de Livros de Ellen G. White

Livros para sua meditação:

Para todos

Nos links a seguir existem dois pacotes com livros de Ellen G. White, o primeiro link irá conter um programa com 66 livros, este programa tem todos os livros em separado e tem busca por termos, facilitando assim os estudos! O segundo Link vem com um pacote de livros em formato PDF, no total de 51 livros.


PACOTE 01

(programa para instalar, com 66 livros)

PACOTE 02

(51 livros no formato PDF)



A Mensageira do Senhor ao Povo do Advento

Ellen G. Harmon nasceu em Gorham, Maine, dia 26 de novembro de 1827 na família de Roberto e Eunice Harmon. Ela, junto com sua irmã gêmea Elizabeth, eram as mais jovens de um grupo de oito irmãos.

Logo no começo de sua adolescência, Ellen e a sua família aceitaram as interpretações bíblicas de um fazendeiro que se tornou pregador Batista: Guillerme Miller. Junto com Miller e outros 50.000 adventistas, sofreu uma amarga decepção quando Cristo não regressou no dia 22 de outubro de 1844, a data que indica o fim da profecia dos 2.300 dias de Daniel capítulo 8.

Em dezembro de 1844, Deus dá a Ellen sua primeira de quase 2.000 visões e sonhos. Em agosto, 1846, casou-se com Tiago White, um ministro adventista de 25 anos com quem compartilhou a convicção de que Deus a tinha chamado para que fizesse a obra de uma profetisa. Pouco depois de se casarem, Tiago e Ellen começaram a guardar o sábado como sétimo dia, conforme o quarto mandamento de Êxodo capítulo 20. Mãe de quatro rapazes, Ellen experimentou a dor de perder por meio da morte a dois de seus filhos. Herbert morreu poucas semanas depois de nascer e Henry morreu aos 16 anos. Seus outros dois filhos, Edson e William, chegaram a ser ministros adventistas.

Ellen White foi uma escritora promissora. Começando em 1851, quando publicou seu primeiro livro, estende-se num volume de artigos, livros e folhetos. Entre eles alguns são puramente devocionais, enquanto outros são seleções de muitas de suas cartas pessoais com conselhos escritos na decorrência dos anos. Outros são históricos e delineiam a contínua batalha entre Cristo e Satanás pelo controle dos indivíduos e das nações. Também publicou livros sobre educação, saúde e outros temas de especial importância para a igreja. Depois de sua morte publicaram cerca de 50 compilações, na sua maioria materiais que não se tinham publicado com anterioridade. É autora de vários milhares de artigos que foram publicados, com o decorrer dos anos, nas revistas "Review and Herald", "Signs of the Times", e outros jornais Adventistas do Sétimo Dia da época.

Não obstante sua timidez, Ellen White se converteu eventualmente num oradora pública muito popular. Isso não só nos Estados Unidos, senão também na Europa e Austrália. Demandava-se sua presença não só em reuniões adventistas, senão também em audiências não-adventistas, onde apreciavam muito seus temas sobre temperança. Durante o ano de 1876 ela falou a uma multidão estimada em 20.000 pessoas, sua maior audiência, em Groveland, Massachusetts, por mais de uma hora e sem a ajuda de um microfone. Em sua visão de 6 de junho de 1863, Ellen White recebeu instrução sobre questões relacionadas à saúde, como o uso de drogas, fumo, café, chá, comidas com carne, e sobre a importância do exercício, a luz do sol, o ar fresco, e o auto-controle na dieta. Seus conselhos de saúde, baseados nesta e outras visões posteriores, têm provido aos Adventistas um estilo de vida que dá como resultado que vivam uns sete anos mais do que a média de vida nos Estados Unidos.

Ellen White costumava ler muito. Deu-se conta de que a leitura de outros autores lhe ajudava em sua própria redação enquanto apresentava as verdades que se lhe revelavam em visão. Também o Espírito Santo lhe impressionava para que, por vezes, incluísse em seus próprios artigos e livros gemas literárias das obras de outros autores. Não pretendeu ser infalível e nem que seus escritos fossem tratados em igual forma que as Escrituras Sagradas. Ainda assim, creu firmemente que suas visões eram de origem divina e que seus artigos e livros eram produzidos sob a condução do Espírito Santo de Deus. Foi basicamente uma evangelista, e sua preocupação principal na vida era a salvação das almas.

Ellen White foi uma pessoa generosa e deu um bom exemplo de cristianismo prático. Por anos guardava retalhos de tecido, pois se via a uma mulher que precisava de um vestido, podia prover assistência. Em Battle Creek assistia a leilões, comprava móveis usados e os guardava; então se a casa de alguém se incendiava ou qualquer outra calamidade afetava uma família, estava preparada para ajudar. Antes que a igreja implementasse um plano de aposentadoria, se ela sabia de algum ministro ancião que estava com problemas financeiros, enviava-lhe um pouco de dinheiro para ajudá-lo a enfrentar suas necessidades mais urgentes.

Ellen White morreu no dia 16 de julho de 1915. Por 70 anos ela apresentou fielmente as mensagens que Deus lhe deu para seu povo. Nunca foi elegida para ocupar um cargo específico na igreja, ainda que os líderes da mesma sempre procuravam seu conselho. Frequentou a escola só até os seus 9 anos, mas suas mensagens puseram em marcha as forças que deram a luz a todo o sistema educativo mundial da Igreja Adventista. Desde as creches até as universidades. Ainda que não tinha nenhum treinamento médico, o fruto de seu ministério pode-se ver hoje na rede de hospitais e clínicas adventistas que se encontram ao redor do mundo. E ainda que não foi formalmente ordenada como ministro do evangelho, provocou um impacto espiritual sem precedentes nas vidas de milhões. Desde um extremo da terra até o outro.

Os livros de Ellen White continuam até o presente momento ajudando às pessoas a encontrar seu Salvador, a aceitar o perdão de seus pecados, a compartilhar esta bênção com outros, e a viver na esperança da promessa de seu cedo regresso!

F. Livros de Ellen White.

Tempo do Fim

"Ouvireis de guerras e rumores de guerras. … Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino."

O mundo nunca viveu completamente livre do tormento da guerra, mas em nenhum outro período de toda a História se testemunhou o aumento de guerras como no século XX. A Cruz Vermelha Internacional estima que mais de 100 milhões de pessoas foram mortas em guerras desde o início do século. Antes de 1914, nunca houvera uma guerra a nível mundial, mas tanto a I como a II Grande Guerra, foram globais. Na segunda, apenas 12 pequenos países na Terra não se envolveram militar ou tecnicamente, e 93 milhões de pessoas serviram nas forças armadas dos dois lados. Desse número, 25 milhões morreram. O número de mortes entre civis foi algo sem precedentes. Só na União Soviética, mais de 20 milhões de civis morreram como conseqüência da guerra. O jornal Washington Post declarou: As guerras do nosso século XX têm sido "guerras totais" contra combatentes e civis. … As bárbaras guerras de séculos passados foram briguinhas de rua em comparação com estas.

Desde a II Guerra Mundial, a guerra que supostamente acabaria "com todas as guerras", já ocorreu mais de 150 guerras de maior porte (conflitos que resultaram em mais de mil mortes por ano), bem como centenas de conflitos, rebeliões e revoluções armadas menores. O número de mortes em conflitos armados desde o fim da II Guerra ultrapassa os 23.142.000.

Desde a queda do muro: O mundo esperava que a queda do Muro de Berlim em novembro de 1989 significasse não só o fim da guerra fria entre as superpotências, mas que também trouxesse uma nova era de paz global. Infelizmente, este não foi o caso. A Alta Comissão para Refugiados da ONU relatou em novembro de 1995 que guerra, atrocidades e perseguição forçaram um número recorde de 50 milhões de pessoas no mundo inteiro a abandonarem as suas casas. O relatório acrescenta o desagradável fato: O fim da guerra fria gerou um forte senso de otimismo sobre a situação internacional de refugiados. Terminada a rivalidade entre as superpotências, considerava-se que muitos conflitos se resolveriam. … Ocorreu, porém, quase que exatamente o oposto.

No seu relatório anual, a National Defense Council Foundation, uma organização americana de pesquisa e lobby, contou 71 guerras em 1995, o dobro do resultado da primeira pesquisa da organização em 1989. Andrew Messing, oficial reformado das Forças Especiais e diretor da organização, declarou qu
e os maiores perigos que surgiram na era pós-guerra frio foram a proliferação de armas nucleares e biológicas, o aumento da militarização da China e o aumento de violência relacionada com tráfico de drogas.


"Faxina étnica" e terrorismo tribal
A palavra grega usada originalmente para "nação" nesta profecia — "levantar-se-á nação contra nação" — é ethnos, cuja tradução mais precisa é "uma raça" ou "uma tribo". Em outras palavras, Jesus estava dizendo que grupos étnicos se levantariam uns contra os outros. Isso foi tragicamente cumprido em tempos recentes. O historiador Arthur Schlesinger, vencedor do prêmio Pulitzer, avisa: "Se o século XX foi o século da guerra ideológica, o século XXI inicia-se como o século da guerra entre etnias." A Associated Press (AP) informa que, neste século, os homicídios perpetrados por nações contra o seu próprio povo excedem o número de mortes causadas por guerras com rivais fora das suas fronteiras! Citando-se os expurgos de Stalin, a Revolução Cultural da China, os "campos de matança" no Camboja, a dita faxina étnica na Bósnia, e os horrores ocorridos em Ruanda, etc., Poderia-se acrescentar também a guerra em Angola que já matou milhões de pessoas, os conflitos na América Central e a ação terrorista no Peru. O informe da AP chega ao assombroso veredicto: Guerras à parte, o século XX está banhado em sangue. Em todos os continentes, com exceção da América do Norte e Austrália, os governos assassinaram o povo que governavam aos milhares e aos milhões, muitas vezes pondo vizinho contra vizinho. Neste século mais civilizado, estima-se que a febre de assassinato acabou com 170 milhões de vidas. … Foi neste nosso século que o termo "genocídio" foi criado. Embora a perspectiva pareça sombria, o dia logo virá quando o próprio Deus intervirá neste mundo violento e a guerra será para sempre abolida. A Bíblia nos diz que quando Cristo retornar à Terra, "Ele exercerá o Seu juízo entre as nações, e repreenderá a muitos povos. Estes converterão as suas espadas em arados e as suas lanças em podadeiras. Não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra" (Isaías 2:4).
Mais adiante voltaremos a falar sobre o futuro reino de paz mundial, mas agora, de volta às realidades prementes do presente.

Quem é o povo do advento?

É nesse tempo cheio de perigos que os seguidores de Cristo terão de anunciar ao mundo a mensagem do segundo advento de Cristo, a fim de preparar um povo "imaculado e irrepreensível" para a volta do Senhor. II Ped. 3:14. Então, como nos dias dos apóstolos, a igreja terá necessidade de uma dotação especial da graça e poder divino. O Grande Conflito. Pag.7


Uma das verdades mais solenes, e não obstante mais gloriosas, reveladas na Escritura Sagrada, é a da segunda vinda de Cristo, para completar a grande obra da redenção. Ao povo de Deus, por tanto tempo a peregrinar em sua jornada na "região e sombra da morte" (Mat. 4:16), é dada uma esperança preciosa e inspiradora de alegria, na promessa do aparecimento dAquele que é "a ressurreição e a vida" (João 11:25).


Testemunho de Ellen G. White.ao contemplar o povo do advento;

"Enquanto eu estava orando junto ao altar de família, o poder de Deus me sobreveio, como nunca o havia sentido antes. Parecia estar eu cercada de luz, e achar-me subindo mais e mais alto da Terra. Voltei-me para ver o povo do advento no mundo, mas não o pude achar, quando uma voz me disse: 'Olha novamente, e olha um pouco mais para cima.

Com isto olhei mais para o alto e vi um caminho reto e estreito, levantado em um lugar elevado do mundo. O povo do advento estava nesse caminho, a viajar para a cidade que se achava na sua extremidade mais afastada. Tinha, uma luz brilhante colocada por trás deles no começo do caminho, a qual um anjo me disse ser o 'clamor da meia-noite'.

Essa luz brilhava em toda a extensão do caminho, e proporcionava claridade para seus pés, para que assim não tropeçassem. Se conservavam o olhar fixo em Jesus, que Se achava precisamente diante deles, guiando-os para a cidade, estavam seguros. Mas logo alguns ficaram cansados, e disseram que a cidade estava muito longe e esperavam nela ter entrado antes.

Então Jesus os animava levantando Seu glorioso braço direito; e de Seu braço saía uma luz que incidia sobre o povo do advento, e eles clamavam: 'Aleluia!' Outros temerariamente negavam a existência da luz atrás deles e diziam que não fora Deus quem os guiara tão longe. A luz atrás deles desaparecia, deixando-lhes os pés em densas trevas; de modo que tropeçavam e, perdendo de vista o sinal e a Jesus, caíam do caminho para baixo, no mundo tenebroso e ímpio." Mensagens Escolhidas - Vol. 1. Cap.5, Pág. 62


Nota: Deus sempre teve um povo em todos os tempos e Ele escolheu um povo para levar a mensagem do advento em nossa geração. Se você deseja conhecer um pouco sobre a Escritora Ellen G. White clique no nome de Azul.


Coragem

1º de maio

Não fui Eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar. Josué 1:9, NVI.

Você tem medo de alguma coisa? O medo pode ser bom se nos ensinar acerca da coragem. Josué não teria verdadeiramente entendido a coragem se não houvesse experimentado o medo. O temor lhe deu um caráter corajoso, ensinando-o a confiar em Deus.

Cedo, na vida, tive que aprender sobre coragem, porque os chamados de Deus para mim sempre foram maiores do que eu era. O medo era o primeiro sentimento que eu tinha antes de aceitar qualquer chamado e enfrentar os desafios. Parece familiar? É por isso que coragem é minha palavra preferida – e aprendi que não há coragem sem medo. O medo só vai embora quando você para de crescer, e creio verdadeiramente que Deus opera por meio de nossos temores, dizendo as mesmas palavras bonitas que falou a Josué.

Você tem sido desafiada ultimamente? Deus tem comissionado você a fazer algo difícil? Você foi escolhida para realizar um trabalho que nunca imaginou antes? Lembre-se, apenas, de que Deus promete equipar-nos com coragem, não importando as dificuldades que estivermos enfrentando. Josué sabia que sua tarefa estava além da sua capacidade natural. Você pode imaginar-se nas sandálias de Josué, tendo a responsabilidade não só de substituir Moisés, mas também de enfrentar todos os seus inimigos?

Que incumbência! Compreendendo os sentimentos de Josué quanto ao seu despreparo, Deus lhe falou sobre ter coragem.

É difícil ser uma mulher de coragem. Podemos sentir-nos corajosas, de tempos em tempos, mas a verdadeira coragem é uma decisão diária, um ato de fé. Nesta manhã, ao enfrentar seu dia, lembre-se de que Deus está sempre com você. Sua situação pode ser genuinamente ameaçadora, mas Ele não a abandonou, e promete ficar ao seu lado.

Ore com o coração agradecido, pedindo que Deus lhe dê aquilo de que necessita para lidar com seus temores.

Josué enfrentou com firmeza seus medos, dificuldades e obstáculos, sabendo que Deus prometera estar com Ele. Josué pôde entrar corajosamente na terra, concentrando-se não nos obstáculos, mas em Deus, que é completamente digno de confiança.

Raquel Costa Arrais


Nota: Se você deseja lêr a meditação da Mulher diariamente basta apenas clicar na imagem que tem como título "MEDITAÇÕES DIÁRIAS", ai você porá desfrutar desta benção espiritual e refletir todo dia. Tenha uma boa leitura!

Exposição de quadrinhos destaca o caráter judaico dos super-heróis

Se o Super-Homem pudesse passar da ficção à vida real, Hitler teria terminado seus dias em um tribunal da então Liga das Nações em Genebra e o campo de extermínio de Aushwitz jamais teria existido: é o que mostra a exposição Heróis, Monstros e Super-rabinos: Quadrinhos com Cores Judaicas, cuja abertura está marcada para o dia 8 de agosto no Museu Judaico de Berlim.

A mostra apresenta mais de 200 desenhos originais, entre eles verdadeiras raridades dos personagens mais populares do mundo da HQ. E inclui até uma estátua de Super-Homem que caiu de cabeça no solo.

Hulk, Batman, Super-Homem e o Homem-Aranha, entre outras das figuras mais conhecidas do panteão dos quadrinhos americanos, foram criados por um descendente de família judaica emigrada da Europa, como destaca a exposição, dedicada a 45 desenhistas famosos.

A idade de ouro dos quadrinhos de super-heróis teve início entre as décadas 30 e 40 do século 20 - e foi neste turbulento período que os heróis viveram suas primeiras aventuras no papel.

Muito antes dos Estados Unidos entrarem na guerra contra o eixo nazi-fascista, Adolf Hitler e companhia já eram combatidos entre as quatro linhas das histórias em quadrinhos.

"O objetivo da mostra não é fazer dos quadrinhos uma especialidade judaica", explica Anne Helene Hoog, curadora da exposição.

- O ponto é indagar por que tantos desenhistas eram judeus e que assuntos os preocupavam.

Em fevereiro de 1940, quase dois anos antes do ataque japonês à base naval de Pearl Harbor - que precipitou a entrada americana na Segunda Guerra Mundial -, Jerry Siegel e Joe Shuster desenharam um acerto de contras entre o Super-Homem e Hitler no gibi Como o Super-Homem Acabaria com a Guerra.

"Eu te daria um soco direto no queixo, mas não tenho tempo!", diz o Super-Homem a Hitler, que apesar de ter sido entregue à Suíça para ser julgado - ao lado de Stalin - não se impressiona muito com a ameaça.

Um mês depois, Jack Kirby - cujo verdadeiro nome é Jacob Kurtzberg - e Joe Simon criam uma história na qual o Capitão América desbarata um plano de invasão dos nazistas, aproveitando para aplicar uma magistral bofetada em Hitler na capa da revista.

À imagem e semelhança de seus criadores, os super-heróis eram muitas vezes personagens relativamente marginais, com sentimento patriótico exacerbado - como muitas vezes acontece com os imigrantes, destaca Hoog.

- É claro que judeus - em particular filhos de imigrantes, pessoas pobres, refugiados - foram afetados pela miséria, pelo medo, pela violência, pela injustiça e, claro, pelo extermínio que acontecia então no mundo. Precisávamos de super-heróis nos anos 30.

Embora nenhum dos personagens dos quadrinhos fosse abertamente judeu, suas aventuras são repletas de referências ao Antigo Testamento, indica por sua vez Cilly Kugelmann, diretora de programação do Museu Judaico.

"Como Moisés, o super-herói é um bebê abandonado criado por pessoas que o encontraram", cita como exemplo, lembrando que também são encontradas referências claras às mitologias grega e germânica.

Depois da guerra, no entanto, autores judeus de quadrinhos trataram com timidez do tema do holocausto perpetrado pelos nazistas - pelo menos até a publicação, em 1986 e 1991, dos dois volumes da obra Maus, de Art Spiegelman.

A ambição artística dos livros, que contam como o pai de Spiegelman, um judeu polonês, sobreviveu ao Holocausto, e narram suas complicadas relações marcadas pela culpa e pela raiva, revolucionou o mundo dos quadrinhos.

Pregador é preso por afirmar que homossexualismo é pecado

Escócia – Um americano que prega nas ruas foi preso e multado em 1.000 libras em Glasgow por dizer a uma pessoa que estava passando na calçada, em resposta direta a uma pergunta, que a atividade homossexual é pecado. Shawn Holes passou a noite de 18 de março na cadeia, e de manhã confessou culpa diante das acusações de que ele havia feito “comentários homofóbicos… com o agravante de preconceito religioso”.

Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel

Holes, de 47 anos, é um fotógrafo de casamentos da cidade de Lake Placid, Nova Iorque, e estava em Glasgow como parte de uma turnê de pregações na Inglaterra com um grupo de colegas ingleses e americanos. Ele disse: “Eu estava conversando de modo geral sobre Cristianismo e pecado”.

“Só falei sobre essas outras questões porque as outras pessoas fizeram perguntas específicas. Havia homossexuais escutando — por volta de seis ou oito — que estavam se beijando e se amassando, e perguntando: ‘O que você pensa disto?’” Um grupo de homossexuais foi até a polícia com uma queixa. Holes mais tarde disse que a situação parecia como uma “armação de ativistas gays”.

“Quando me fizeram perguntas diretas sobre a homossexualidade, eu lhes disse que os homossexuais estavam se arriscando a sofrer a ira de Deus, a menos que aceitassem Jesus”.

Confira no site. (Romanegócios)

Outro Caso e bem recente sobre o assunto: Pregador e preso na Inglaterra.

Um pregador britânico foi preso depois de ter dito durante sermão na rua que homossexualismo é um pecado. Dale McAlpine foi acusado de causar "alarme, intimidação e angústia" depois que um policial comunitário ouviu o pastor batista mencionar vários "pecados" citados na Bíblia, inclusive blasfêmia, embriaguez e relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com o jornal britânico The Daily Telegraph. Dale McAlpine, de 42 anos, prega nas ruas de Wokington, na região de Cumbria, no noroeste da Inglaterra há anos, e disse que não mencionou homossexualismo quando fazia o sermão do alto de uma pequena escada, mas admitiu ter dito a uma pessoa que passava que acreditava que a prática era contrária aos ensinamentos de Deus.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, o policial Sam Adams identificou-se como o agente de ligação entre a polícia e a comunidade gay e transsexual e avisou o pregador, que distribuía folhetos e conversava com as pessoas nas ruas, que ele estava violando a lei. Mas ele continuou pregando e foi levado para a prisão, onde permaneceu por sete horas.

O pregador disse que o incidente foi "humilhante", segundo o Daily Telegraph. "Eu me sinto profundamente chocado e humilhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço."

leia mais (O Globo)

Nota: A sociologia afirma que o "homossexualismo é um fenômeno social" e que não existe uma resposta quanto sua definição quanto horigem; não se afirma se é doença, muito menos problema bilogico, alguns afirmam ser psicologico... Bem a Teologia vai aformar que não é apenas um disturbio moral, mais uma opção que deve ser respeitada através da auteridade. Parece que está bem complicado em nossos dias falar a verdade!

Está bem complicado falar a verdade em nossos dias....

Afinal, o brasileiro reclama de que???


O brasileiro (felizmente há exceções) é assim: - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
- Estaciona nas calçadas, até mesmo debaixo das próprias placas de proibição.
- Suborna, ou tenta subornar, quando é pego cometendo infração.
- Troca voto por qualquer coisa: cesta básica, areia, cimento, tijolo, dentadura.
- Fala ao celular enquanto dirige.
- Trafega pela direita nos acostamentos durante um congestionamento.
- Pára em filas duplas, triplas, em frente às escolas.
- Viola a lei do silêncio.
- Dirige após consumir bebida alcoólica.
- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
- Espalha mesas, churrasqueira, banca de camelô nas calçadas.
- Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
- Faz gato de luz, de água e de TV a cabo.
- Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
- Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda, também para pagar menos imposto.
- Escreve que a cor da pele é mais morena, para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou R$ 10, pede nota de R$ 20.
- Comercializa os objetos doados em campanhas pós-catástrofes.
- Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
- Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
- Compra produto piratas com a plena consciência de que são piratas.
- Substitui o catalisador do carro por um que de catalisador só tem a casca.
- Se bater num carro estacionado, some fazendo de conta que não tem nada com isso.
- Mente a idade do filho para que passe por baixo da roleta do ônibus sem pagar passagem.
- Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
- Frequenta caça-níqueis e faz fezinha no jogo do bicho.
- Leva das empresas onde trabalha pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis, etc., como se isso não fosse roubo.
- Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas em que trabalha.
- Rouba assento de vaso sanitário e papel higiênico de restaurantes e de banheiros públicos.
- Falsifica tudo, tudo mesmo. Só não falsifica o que ainda não foi inventado. - Quando volta do exterior, nunca fala a verdade quando o policial pergunta o que traz na bagagem.
- Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve. E querem que os políticos sejam honestos... Ora, os políticos, policiais, delegados, promotores, desembargadores, procuradores, ministros que aí estão saíram do meio desse mesmo povo. Ou não?

(UOL Mais) Nota: O que mais agride meus ouvidos de brasileiro é ouvir que esta é uma nação cristã, quando tantos estão envolvidos com cultos pagãos e creem em doutrinas espiritualistas; quando tantos nunca põem a mão na Bíblia, mas fazem promessas aos santos ao mesmo tempo em que tiram a roupa ao ar livre no Carnaval, tudo diante das câmeras de TV; quando a bebedeira e o clima de festa “correm soltos” e alguns só se lembram de Deus quando ocorrem tragédias; e quando “celebridades” promovem a indecência e valores anticristãos se dizem “evangélicos”. Que país “cristão” é este?[MB]

Fonte: Criacionismo

O escândalo de pedofilia foi denunciado na última quinta-feira (11) pelo programa 'Conexão Repórter', do SBT

O Vaticano reconheceu nesta terça-feira (16) que existem casos de abuso sexual de menores cometidos por sacerdotes no Brasil e desmentiu que os responsáveis sejam 'bispos', indicou o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi. 'Eram padres', afirmou Lombardi ao se referir às notícias publicadas ontem pelo site, que citou a denúncia na qual vários alunos relatam casos de abusos por parte de 'dois monsenhores e um sacerdote' do município de Arapiraca (AL), a 130 km de Maceió.

O porta-voz do Vaticano reconheceu que dois dos três religiosos citados possuíam o título honorífico de 'monsenhor', embora fossem simples padres, o que a Igreja consente em casos particulares. 'Foi confirmado que nenhum dos três envolvidos era bispo. Um deles foi afastado da paróquia e será julgado pela justiça civil', disse Lombardi.

'Os outros dois foram suspensos de suas tarefas eclesiásticas e estão sendo submetidos a um processo canônico por suspeita de pedofilia, mas até agora negam tudo', acrescentou o porta-voz do Vaticano.

A reportagem desta segunda-feira relatou que os dois monsenhores e o padre são acusados de integrar esquema de pedofilia e vão responder a um inquérito policial por conta de denúncias feitas por ex-coroinhas e familiares.

A Polícia Civil já instaurou inquérito para investigar o caso. Duas delegadas já foram designadas para apurar as denúncias. O pedido de investigação partiu do Ministério Público Estadual.

O escândalo de pedofilia foi denunciado na última quinta-feira (11) pelo programa 'Conexão Repórter', do SBT. A reportagem especial, feita pelo jornalista Roberto Cabrini, denunciou diversos casos de pedofilia envolvendo membros da igreja. Vários ex-coroinhas relatam casos de abusos sexuais contra crianças e adolescentes.

Um vídeo mostra um dos monsenhores praticando sexo com um jovem de 19 anos. A gravação seria de janeiro de 2009 e teria sido feita por outro ex-coroinha, que também teria sofrido abusos do padre.

O jovem contou que desde os 12 anos, quando ingressou na igreja, era assediado sexualmente pelo monsenhor. “Ele pegava nos órgãos genitais durante a missa, beijava minha boca na sacristia. Não tinha como defender. Hoje tenho muito medo do que possa acontecer comigo. Não posso ver um carro na minha porta que fico com medo”, contou o jovem identificado como Fabiano. Outros ex-coroinhas também denunciaram casos, e acusaram os outros dois integrantes da igreja de participarem do esquema.

Segundo moradores, o monsenhor Luiz Marques, um dos afastados pela Igreja, era reconhecido como um dos religiosos mais conservadores da região agreste. Como prova da influência, ele foi homenageado com o título de monsenhor e dá nome a uma escola municipal, além de ter sido um dos escolhidos pela igreja, na década de 80, para receber o então papa João Paulo 2º no Nordeste.

“Ele era um padre dos mais respeitados aqui do agreste. Ele se diz muito puritano. Uma vez, celebrando um casamento, ele mandou o noivo tirar o paletó para cobrir o decote da noiva, caso contrário não seguiria com a celebração”, contou a uma ex-frequentadora da igreja.

Clique aqui e assista à reportagem do SBT: http://www.sbt.com.br/conexaoreporter/videos/default.asp?id=e30398629a64a8e9e46edda88bc07062

Nota: O que me deixa mais intrigado em toda essa história é que o vaticano tem levantado uma diculpa esfarrapada de que o homossexualismo é o grande problema dos padres estarem pecando. Essa não cola não, nós sabemos muito bem que seria melhor que os padres tivessem familia, como os pastores de varias denominações cristã no Brasil e no mundo; claro que não seria a solução para este problema que parece muito mais um disturbio comportamental que uma doença como está tentando alegar o vaticano.

O Amazonas é atingido por terremoto

O Estado do Amazonas e a região de fronteira com o Peru foram atingidos neste domingo (25.04) por um terremoto de magnitude 4,9, de acordo com o Centro de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).

O tremor aconteceu às 18h09 e não há informações de estragos ou vítimas no Estado do Amazonas ou na região de fronteira com o Peru.

De acordo com o G1 o epicentro do tremor foi localizado a 100 Km da cidade de Cruzeiro do Sul, no estado do Acre, e a 245 Km da cidade de Pucallpa, no Peru.

Nota. De certa forma temos por certo que no Amazônas, assim como em qualquer parte deste mundo, não estará isento de sismas de gande tremores e magnitudes que foram vistos a pouco tempo em varios pontos dos quatros cantos da terra. Como temos obervado em nossos lares através da telinha, o que me chamando mais a minha atenção em tudo isso que vem acontecendo é que muitos estão preoculpados e parece que foram pegos desprevinidos pelos acontecimento, quando outrora o Senhor Jesus havia predito:"... e hará terremotos em diversos lugares, ... e isso será o princípio das dores." Mateus 13:88. A profecia está se cumprindo, "quem tem ouvidos, ouça o que o Espirito diz as Igrejas" Apocalipse 3:22.

O Globo e o preconceito a IURD

A Rede Record exibiu neste domingo (25/04) uma reportagem em que critica o tratamento dado pelo O Globo a um evento religioso da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). O Dia D, como é chamada a festa, reuniu mais de oito milhões de pessoas em todo o Brasil. O evento foi retratado pelo jornal carioca como um "caos" para o Rio de Janeiro. A reportagem da Record questionou o destaque negativo dado ao encontro religioso na manchete “Caos no Rio de novo surpreende autoridades”. “A foto ocupava meia página e não mostrava o evento, só ônibus estacionados. E comparava uma festa religiosa com a tragédia que provocou a morte de mais de 250 pessoas no começo desse mês”, critica a emissora. Na página interna, o jornal fez um trocadilho com o nome da igreja: ”Caos universal e autorizado”. De acordo com um cientista político entrevistado pela Record, a crítica do jornal à Iurd foi clara.
No dia seguinte, O Globo publicou outra matéria sobre o evento. “Inquérito apura responsável por caos durante megaculto”, com algumas fotos de montanhas de lixo deixadas pelos fiéis. “O jornal não mostra que voluntários do evento recolheram o lixo”, rebateu a Record, que ainda acusa o veículo de ter “manipulado a imagem”.

A emissora ainda acusa O Globo de ter ridicularizado a festa. Uma frase em destaque zombava: "O evento era da igreja, mas a visão era do inferno". Algumas frases como essas partiram dos leitores e entrevistados pelo veículo.

Para finalizar a reportagem, a Record disse que o jornal não deu espaço para os fiéis ou organizadores do evento. “Outro detalhe revela o preconceito: os fiéis e os organizadores do evento não aparecem nas páginas do O Globo, o jornal não quis ouvi-los”, afirmou.

A emissora questionou e comparou o tratamento dado, por um jornal do grupo Infoglobo, a um evento católico [do Padre Marcelo Rossi] ocorrido em São Paulo há dois anos. “Mas por que o tratamento não foi igual na cerimônia da enseada de Botafogo? Qual a explicação para tanto preconceito religioso?”, questiona a emissora.

Na última semana, o bispo da Universal, Clodomir Santos, já havia respondido ao jornal, afirmando que o tratamento dado ao evento era "uma maldade" e "falta de respeito", ao comparar a festa ao caos das chuvas no Rio.

(Comunique-se)

Nota: Para a Globo, Parada Gay, Carnaval, Círio de Nazaré e outros eventos (religiosos ou não) igualmente "caóticos" são tema de reportagens positivas. Para a Globo, fazer apologia do homossexualismo, do adultério e do espiritismo em novelas, tudo bem. Mas, quando se trata da Igreja Universal, mesmo quando não há acusações ou suspeitas que rendam pautas genuinamente investigativas, a empresa dos Marinho não perde a chance de "alfinetar" e deixar claro seu preconceito contra a igreja e sua preocupação com a concorrência da Record. Essa série de matérias de O Globo é prova disso. Os telespectadores e leitores merecem bom jornalismo. A concessão de uma emissora é pública. Até quando a população ficará assistindo a essa briga feia? Não tenho nada com isso e, como cidadão, exijo mais respeito.[MB]

F. Criacionismo

Abusos de crianças causam abandono maciço da Igreja

O escândalo de abusos de crianças está a levar centenas de fiéis católicos alemães a dar baixa da tributação voluntária do imposto destinado ao financiamento das comunidades religiosas.

Números que foram divulgados este fim-de-semana pelo jornal Frankfurter Rundschau mostram que a situação é muito dramática no Sul da Alemanha, sobretudo no estado da Baviera.

Na diocese de Bamberg, onde havia duas a três centenas de desistências por mês, foram registadas 1400 no mês passado. Na de Würzburg o aumento foi de 400 para um total de 1200.

Em Ratisbona, onde houve casos de maus tratos num coro dirigido pelo irmão do Papa Bento XVI, Georg Ratzinger, o número de baixas multiplicou-se por cinco. Em Augsburgo, onde pediu a demissão o bispo Walter Mixa, o número de fiéis que desistiram desde o início do ano é de 4300.

A Alemanha é um dos países que têm o chamado imposto da Igreja, ou seja, um empregado pode pedir ao patrão para destinar uma certa percentagem do seu rendimento à comunidade religiosa a que pertence. 8% a 9% são as taxas mais praticadas.

Trata-se de um mecanismo já previsto na Constituição da República de Weimar em 1919, que foi adoptado três décadas depois pela actual lei fundamental alemã.

No caso português o que existe é a possibilidade contemplada na Lei da Liberdade Religiosa de destinar uma quota de até 0,5% do imposto sobre o rendimento a uma igreja ou comunidade religiosa radicada em território nacional.

Esta tendência na Alemanha vem juntar-se a uma iniciativa que está a ser promovida através da Internet na Irlanda, um dos países com mais casos de abusos físicos e sexuais contra menores de idade por parte de religiosos católicos.

www.countmeout.ie recebeu até finais do mês de Janeiro mais de seis mil formulários preenchidos por pessoas que pretendem abandonar a Igreja, com todas as consequências que isso implica. Exclusão de cerimónias religiosas, como casamentos ou funerais, são apenas alguns exemplos.

Mediante o escândalo, o Papa Bento XVI tudo tem feito para limpar a imagem da sua Igreja, desde aconselhar os padres a quebrar o silêncio e a denunciar os abusos às autoridades judiciais civis a aceitar a demissão de bispos que admitiram ter estado eles próprios na origem desses abusos.

No discurso que ontem fez na Praça de São Pedro, em Roma, Joseph Ratzinger elogiou uma associação de luta contra a pedofilia que foi criada por um padre siciliano há 14 anos. "Envio os meus votos à Associação Meter, que se dedica à luta contra a violência, a exploração e a indiferença", disse, citado pela AFP.

No mesmo dia, o polémico cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, afirmou, em entrevista ao La Vanguardia, que "não há relação directa entre o celibato e a conduta desviante apresentada por alguns padres. É precisamente a violação do celibato que gera a degradação progressiva da vida de padre".

CARTA AO APÓSTOLO PAULO

Conta-se que o Apóstolo Paulo enviou seu currículo para uma determinada Junta de Missões oferecendo-se para trabalhar como missionário. Depois de algumas semanas, o Secretário da Junta escreveu-lhe esta carta, justificando por que não poderia aceitá-lo.

Ao Reverendo Saulo Paulo, Missionário Independente em Roma, Itália
Caro Sr. Paulo:

Recebemos recentemente seu currículo, exemplares de seus livros e o pedido para ser sustentado pela nossa Junta como missionário na Espanha. Adotamos a política da franqueza com todos os candidatos. Fizemos uma pesquisa exaustiva no seu caso. Para ser bem claro, estamos surpresos que o senhor tenha conseguido até aqui "passar" como missionário independente.
Soubemos que sofre de uma deficiência visual que, algumas vezes, o incapacita até para escrever. Essa certamente é uma deficiência grande para qualquer pessoa. Nossa Junta requer que o candidato tenha boa visão, ou que possa usar lentes corretoras.
Em Antioquia, o senhor provocou um entrevero com Simão Pedro, um pastor muito estimado na cidade, chegando a repreendê-lo em público. O senhor provocou tantos problemas que foi necessário convocar uma reunião especial da Junta de Apóstolos e Presbíteros em Jerusalém. Não podemos apoiar esse tipo de atitude.
Acha que é adequado para um missionário trabalhar meio turno em uma atividade secular? Soubemos que fabrica tendas para complementar seu sustento. Em sua carta à igreja de Filipos, o senhor admite que aquela é a única igreja que lhe dá algum suporte financeiro. Não entendemos o porquê, já que serviu a tantas igrejas.
É verdade que já esteve preso diversas vezes? Alguns irmãos nos disseram que passou dois anos na cadeia em Cesaréia e que também esteve preso em Roma, e em outros lugares. Não achamos adequado que um missionário da nossa Junta tenha folha corrida na Polícia.
O senhor causou tantos problemas para os artesãos em Éfeso que eles o chamavam de "o homem que virou o mundo de cabeça para baixo". Sensacionalismo é totalmente desnecessário em Missões. Deploramos, também, o vergonhoso episódio de fugir de Damasco escondido em um cesto.
Estamos admirados em ver sua falta de atitude conciliatória. Os homens elegantes e que sabem contemporizar não são apedrejados ou arrastados para fora dos portões da cidade, tampouco são atacados por multidões enfurecidas. Alguma vez parou para pensar que palavras mais amenas poderiam ganhar mais ouvintes? Remeto-lhe um exemplar do excelente livro "Como Ganhar os Judeus e Influenciar os Gentios", de Dálio Carnego.
Em uma de suas cartas, o senhor referencia a si mesmo como "Paulo, o velho". As normas de nossa Missão não permitem a contratação de missionários além de uma certa idade.
Percebemos que é dado a fantasias e visões. Em Trôade, viu "um homem da Macedônia" e em outra ocasião diz que "foi levado até o Terceiro Céu e que ouviu palavras inefáveis". Afirma ainda que viu o Senhor e que ele o confortou. Achamos que a obra de evangelização mundial requer pessoas mais realistas e de mente mais prática.
Em toda a parte por onde andou, o senhor provocou muitos problemas. Em Jerusalém, entrou em conflito com os líderes do seu próprio povo. Se alguém não consegue se relacionar bem com seu próprio povo, como pode querer servir no exterior? Dizem que tem o poder de manipular serpentes. Na ilha de Malta uma víbora se enroscou no seu braço, picou-o, mas nada lhe ocorreu. Isso soa muito estranho para nós. O senhor admite que enquanto esteve preso em Roma, "todos o esqueceram". Os homens bons nunca são esquecidos pelos seus amigos. Três excelentes irmãos, Diótrefes, Demas e Alexandre, o latoeiro, disseram-nos que acharam impossível trabalhar com o senhor e com seus planos mirabolantes.
Soubemos que teve uma discussão amarga com um colega missionário chamado Barnabé e que acabaram encerrando uma longa parceria. Palavras duras não ajudam em nada a expansão da obra de Deus.
O senhor escreveu muitas cartas às igrejas onde trabalhou como pastor. Em uma delas, acusou um dos membros de viver com a mulher de seu falecido pai, o que fez a igreja ficar muito constrangida e a excluir o pobre rapaz.
O senhor perde muito tempo falando sobre a segunda vinda de Cristo. Suas duas cartas à igreja de Tessalônica são quase totalmente devotadas a esse tema. Em nossas igrejas, raramente falamos sobre esse assunto, que consideramos de menor importância.
Analisando friamente seu ministério, vemos que é errático e de pouca duração em cada lugar. Primeiro, a Síria, depois, Chipre, vastas regiões da Turquia, Macedônia, Grécia, Itália, e agora o senhor fala em ir à Espanha. Achamos que a concentração é mais importante do que a dissipação dos esforços. Não se pode querer abraçar o mundo inteiro sozinho.
Em um sermão recente, o senhor disse "Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de Cristo". Achamos justo que possamos nos gloriar na história da nossa denominação, no nosso orçamento unificado, no nosso Plano Cooperativo e nos esforços para criarmos a Federação Mundial das Igrejas. Seus sermões são muito longos. Em certa ocasião, um rapaz que estava sentado em um lugar alto, adormeceu após ouvi-lo por várias horas, caiu e quase quebrou o pescoço. Já está provado que as pessoas perdem a capacidade de concentração após trinta ou quarenta minutos, no máximo. Nossa recomendação aos nossos missionários é: Levante-se, fale por trinta minutos, e feche a boca em seguida.
O Dr. Lucas nos informou que o senhor é um homem de estatura baixa, calvo, de aparência desprezível, de saúde frágil e que está sempre agitado, preocupado com as igrejas e que nem consegue dormir direito à noite. Ele nos disse que o senhor costuma levantar durante a madrugada para orar. Achamos que o ideal para um missionário é ter uma mente saudável em um corpo robusto. Uma boa noite de sono também é indispensável para garantir a disposição no trabalho no dia seguinte.
A Junta prefere enviar somente homens casados aos campos missionários. Não compreendemos nem aceitamos sua decisão de ser um celibatário permanente. Soubemos que Elimas, o Mágico, abriu uma agência matrimonial para pessoas cristãs aí em Roma e que tem nomes de excelentes mulheres solteiras e viúvas no cadastro. Talvez o senhor devesse procurá-lo.
Recentemente, o senhor escreveu a Timóteo dizendo que "lutou o bom combate". Dificilmente pode-se dizer que a luta seja algo recomendável a um missionário. Nenhuma luta é boa. Jesus veio, não para trazer a espada, mas a paz. O senhor diz "lutei contra as bestas feras em Éfeso". Que raios quer dizer com essa expressão?
Pesa-me muito dizer isto, irmão Paulo, mas em meus vinte e cinco anos de experiência, nunca encontrei um homem tão oposto às qualificações desejadas pela nossa Junta de Missões. Se o aceitássemos, estaríamos quebrando todas as regras da prática missionária moderna.
Sinceramente.
(Autor: Anônimo)

Línguas Estranhas, um dom Divino ou Satânico?

Ouça o que disse Robert J. MacDonald discursando para os fidei-comissários, dirigentes e delegados da septuagésima sétima convenção atual Espíritas:
“Um dos mais recentes fenômenos observados no campo da religião é o interesse pela glossolalia (dom de línguas estranhas), que já atinge as igrejas protestantes tradicionais... Quando o espiritismo moderno surgiu, em 1848, muitos médiuns de então o experimentaram o fenômeno, e até hoje ele segue manifestando-se em certa extensão, em nosso meio.”
The Summmit, 07 Uderstanding” (O clímax da compreensão pessoal Espiritual), novembro de 1964.

Segundo Ellen G. White, “A influência dessas reuniões, porém, não é benéfica. Ao passar o auge do sentimento, essas pessoas imergem mais fundo que antes da reunião, pois sua satisfação não proveio da devida fonte... Entregam-se a sentimentos desordenados e produzem sons ininteligíveis, a que chamam o dom de línguas, e certa classe parece encantada com essas estranhas manifestações. Reina entre essa classe um espírito estranho, que subjuga e passa por cima de quem quer que os reprove. O Espírito de Deus não está nessa obra e não acompanha a tais obreiros. Eles têm outro espírito.” Testemunhos Seletos, vol. 1, págs. 161 e 163.

O DOM DE LÍNGUAS tem sido mal compreendido pelos sinceros irmãos da atualidade. Há quem afirme que os que não falam “línguas estranhas” são crentes incompletos, cristão de segunda classe.
Asseguram que outros que, a única prova de não terem sidos batizados com o espírito santo é falar “línguas estranhas”.
A BIBLIA apresenta diversas pessoas que recebem o Espírito santo, contudo não falam “línguas estranhas”. Ei-las:
Os samaritanos......................................... Atos 8:15-17
João batista............................................... Lucas 1:15
Maria, a mãe de Jesus............................... Lucas 1:35
Isabel, Prima da virgem Maria.................. Lucas 1:41
Zacarias, pai de João Batista...................... Atos 6:1-7
Os sete diáconos da Igreja Apostólica....... Atos 6:5; 7:55


OBSERVE: Paulo e barnabé receberam a imposição de mãos, foram separados para a Obra da Evangelização e batizados com o Espírito Santo; todavia não falam “línguas” (Atos 13: 2-3). Jesus Cristo, o Bendito Salvador, modelo Real para o cristão, de forma singular foi batizado pelo Espírito Santo, e, também não falou “línguas”. 3:22.

LÍNGUAS ESTRANHAS? CUIDADO!
O Dr. Tancredo Vilhena Sobrinho, pesquisador cristão, revela dois tipos de “línguas estranhas”, por ele ouvidas.
A primeira, no verão de 1944, em São Paulo, num templo pentecostal:

“Tabititi, tabititi, tabititi, maralá, maralá,
maralá, maralá. Siquiá, siquiá, siquiá.”


A segunda, em 1948, também em São Paulo, num Centro Espírita:

“Macatili, macatili, macatili ,izabu, izabu, izabu.
Macatili, macatili, lambantã, pororó, ciquidi.”

Revista Adventista, 10/76

Outro pesquisador cristão, Elemer Hasse, há três décadas ouviu entre os irmãos pentecostais, esta outra “língua estranha”:

“Laralaque, laque, laque! Lique, lique, Lique! Salaque,
Mamauá, meneasiri, si-sis-si-si-sisi. Cára, cá, cá, que!”

Luz Sobre Fenômeno Pentecostal, pág. 156.

Presentemente ouvem-se estas “línguas estranhas” entre os conversos Neo-Pentecostalistas. Eu as ouvi:

“Cantaialas, alarraias, raleluias ele cantaialas,
Glória cantaiala narraias laia lanarraias.

Terrade Cantarinamaia. Rimaracaxô select Manaios.”

Um querido irmão, egresso do candomblé, disse que lá se falam línguas idênticas, tremendamente semelhantes, e outro afirmou que “MANAIOS” é origem de outra palavra que quer dizer: árvore da mata. No candomblé, prosseguiu, MATA está muito Ligada com Exú, que é Satanás

Também ouvia “línguas estranhas” católicas. Ouça:

“Shalababalala... babalababala...
balabaiam... balabaiam... balabaiam...


Precioso irmão, “LINGUA” é um sistema de linguagem que os seres humanos dotados de inteligência se comunicam perfeitamente. O Dr. William Welmers, professor de línguas africanas da universidade da Califórnia (EUA), diz: “Até o presente, nenhum lingüista identificou qualquer emissão destes sons como qualquer língua real, que exista hoje, no passado ou no futuro.” These times, 4/70, p.11.
Amados, o Criador não é irracional. A língua humana é o elo de ligação com Deus que a criou e nos fez à sua própria imagem e semelhança.
Línguas que não contem substantivos, verbos, adjetivos nem outros componentes lógicos da comunicação humana, se não for desordem mental, é mais uma contrafação do diabo para enganar os sinceros.
As “línguas estranhas” faladas hoje nos movimentos Pentecostais e Católicos Carismáticos, nada tem em comum com as 3.000 línguas existentes na terra. Por conseguinte, valor nenhum possui para edificação inteligente a fé cristã. Aliás, Paulo o reconhece. Diz ele:

“... se eu for ter convosco falando em OUTRAS LÍNGUAS, em que vos aproveitará?... o entendimento fica sem fruto.” (1Cor. 14:6, 14)
“... porque falo em OUTRAS LÍNGUAS, mas do que todos vós... quero (porém) falar CINCO palavras em minha própria inteligência... do que DEZ MIL em línguas desconhecidas (estranhas),” (1cor. 14:18-9).
Paulo era um poliglota, isto é, falava fluentemente outros idiomas (LÍNGUAS DE OUTRAS NAÇÕES), por exemplo: Grego (Atos 21:37, 40); Hebraico (Atos 22:2); Aramaico e latim, certamente porque cursou nas melhores escolas judaicas e romanas, todavia jamais pregaria ou proferiria uma reação para um grupo de pessoas que não conhecesse sua linguagem, sem um tradutor. Valor nenhum teria! Como não tem mesmo, não é?

Jesus garantiu: “... em meu nome... falarão NOVAS LINGUAS” Marcos 16:17. Esta promessa foi feita após a comissão Evangélica: IDE! (Marcos 16:15). Jesus capacitaria seus discípulos para pregarem o evangelho a “toda a nação e tribo e língua e povo” (Apocalipse 14:6).
O PETENCOSTE foi a comprovação de que este dom é realmente a capacitação Divina para cumprir o IDE. Veja:

“E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar NOUTRAS LÍNGUAS” (Atos 2:4)

Os discípulos, pelo poder do Espírito Santo, passaram a falar as línguas dos “partos, medos, elemitas”. Dos habitantes da “Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto, Ásia, Frigia, Panfília, Egito e Líbia. Romanos cretenses e Árabes” (Atos 2:9-11).
Estes estrangeiros, que estavam em Jerusalém para a festa a páscoa, maravilhados, testemunharam de que os discípulos não falaram palavras desconexas sem sentido, ao afirmarem:

“... todos os temos ouvido falar em nossas PRÓPIAS LINGUAS...” (Atos 2:11).

Glória a Deus! Aleluia! Que o Pai do céu o leve a considerar com carinho tudo isto. E se você quiser mais subsídios e resposta segura para 1Coríntios 14:2, Leia o nosso livro ASSIM DIZ O SENHOR.

Lorenço Gonzalez

Comentário; Alessandro Queiroz
Alguns afirmam que o falar de línguas estranhas está ligado intimamente ao trono de Deus, alegam que os demônios caídos, antes eram chamados de anjos, e que os anjos de Deus assim como os anjos caídos logicamente, falam a mesma língua (Dialeto). Porém vos digo, atentai irmãos, por um acaso é o Espírito Santo de Deus anjo para que fale em língua de anjo? Todavia eu vos digo queridos irmãos não creiais nesses espíritos, porque certamente procedem de satanás.

Mercado da fé - Por que hoje em dia as igrejas tomam tanto dinheiro de fiéis



Por Alberto R. Timm
A Bíblia ensina que os fiéis devem devolver ao Senhor o dízimo, ou seja, dez por cento de suas rendas (Ml 3:8-10; comparar com Mt 23:23). Além do dízimo, devem dar ofertas voluntárias. Essas dádivas devem ser proporcionais aos lucros obtidos, mesmo que estes sejam de pequeno valor. O exemplo da viúva pobre, registrado em Marcos 12:41-44, deixa claro que não apenas os abastados mas também os pobres devem contribuir financeiramente, de acordo com suas posses, para o avanço da causa de Deus na Terra (1Co 9:13 e 14).
Existe hoje, porém, um número significativo de denominações cristãs que extrapolam os ensinamentos bíblicos, transformando-se em verdadeiras empresas de exploração financeira dos crentes. Certos pregadores da chamada “teologia da prosperidade” chegam a prometer aos fiéis que, se forem generosos em suas dádivas, poderão até escolher antecipadamente as “bênçãos” a serem reivindicadas de Deus. Entre as opções, estão o tipo de casa e a marca de carro que desejam ter, bem como o saldo da conta bancária que mais lhes agrada. Agora, se a tal “bênção” não acontece como prometida, a culpa é sempre atribuída aos próprios doadores que não exerceram a “fé” necessária para isso!
Valendo-se da credulidade do povo menos esclarecido, muitos pregadores populistas condicionam a satisfação de necessidades básicas de uma pessoa ao montante de donativos financeiros por ela entregue aos cofres da igreja. As “curas” das enfermidades e os “milagres” para melhorar a qualidade de vida são propagados como decorrentes de tais donativos. Apelos públicos acabam manipulando os doadores com perguntas como: “Você prefere uma bênção de apenas 50 reais ou uma de 500 reais? Mas por que você não reivindica de Deus, com fé, uma bênção equivalente a 5.000 reais?”
Algumas pessoas até poderão melhorar sua condição financeira seguindo esses apelos populistas. Mas a indiscutível realidade é que nem Cristo e nem os Seus apóstolos jamais se valeram desse tipo de manipulação psicossocial. Eles curavam os doentes e ressuscitavam os mortos sem nunca solicitar donativos de gratidão como recompensa pelos “serviços prestados”.
Embora os atuais pregadores da prosperidade se digam cristãos, eles são movidos bem mais pela postura gananciosa de Geazi do que pelo espírito altruísta do profeta Eliseu (ver 2Rs 5:1-27). Desconhecendo que Deus “faz nascer o Seu sol sobre maus e bons, e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mt 5:45), esses pregadores apresentam ao mundo um deus caricaturizado, nepotista e agiota.
Além disso, os “testemunhos” exibicionistas veiculados nos meios de comunicação, como propaganda das “bênçãos” que podem ser alcançadas em determinadas denominações cristãs, são claramente reprovados por Cristo no relato da oferta da viúva pobre (ver Mc 12:41-44; Lc. 21:1-4) e na parábola do fariseu e do publicano (ver Lc. 18:9-14). Em Mateus 6:2-4, Cristo adverte: “Quando, pois, deres esmola, não toques trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porém, ao dares a esmola, ignore a tua mão esquerda o que faz a tua mão direita; para que a tua esmola fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”.
Portanto, a teologia da prosperidade, com seus apelos e testemunhos populistas, não reflete o verdadeiro ensinamento bíblico sobre a fidelidade discreta nos dízimos e nas ofertas. A religião ensinada por muitos pregadores da prosperidade não passa de uma religião de marketing populista para conseguir aumentar, a qualquer custo, o número de adeptos e os recursos financeiros de suas igrejas.

Cérebro dos apaixonados tem mecanismo para evitar o adultério

Quem está apaixonado fica em estado de graça: meio aéreo, sem prestar muita atenção no que está se passando a sua volta. Isso todo mundo já sabe. Mas cientistas da Universidade da Flórida acabam de descobrir que a coisa pode ir muito além: o amor torna o cérebro humano literalmente incapaz de prestar atenção em rostos muito bonitos.

Os pesquisadores fizeram um estudo para medir a atenção de 113 homens e mulheres, que foram expostos a fotos de pessoas lindas (e outras não tão bonitas). Metade dos voluntários teve de escrever, antes da experiência, um pequeno texto falando sobre o amor que tinha por seu parceiro. A outra metade fez uma redação genérica, sobre felicidade. Em seguida, as fotos foram exibidas - com os olhos dos voluntários monitorados por um computador. Quem tinha escrito (e pensado) em amor passou a ignorar as imagens de pessoas bonitas - seus olhos simplesmente não se fixavam sobre as fotos. E essa rejeição só acontecia com as fotos de gente linda; com as imagens de pessoas comuns, não havia diferença.

Segundo os cientistas, isso acontece porque, quando as pessoas pensam em amor, seu neocórtex passa a repelir pessoas muito atraentes - que são tentadoras e têm mais chances de levar alguém a praticar adultério. O mais impressionante é que, entre os homens, esse mecanismo antitraição é 4 vezes mais forte do que nas mulheres.

Os cientistas especulam que ele teria se desenvolvido, ao longo da evolução, para ajudar os machos a se manterem monogâmicos. "Há muitos benefícios evolutivos em uma relação monogâmica, e o organismo leva isso em conta", diz o psicólogo Jon Maner.
por Camilla Costa

Ciúme deixa mulheres “cegas”



Que as emoções afetam a saúde mental e física a gente já sabe. Agora, descobriram que elas podem afetar até o que vemos - literalmente. É a conclusão de uma recente pesquisa americana, que mostra que o ciúme pode realmente prejudicar a visão das mulheres.

Pesquisadores da Universidade de Delaware testaram casais heterossexuais e descobriram que as mulheres quando induzidas a sentir ciúmes eram distraídas pela emoção a ponto de ficarem incapazes de detectar certas imagens que eram questionadas a buscar.

Os casais avaliados se sentaram em uma sala, em computadores separados. A mulher foi convidada a detectar paisagens em meio a um fluxo rápido de imagens aleatórias e os maridos foram convidado a avaliar a atratividade das paisagens que apareciam na tela. Mas, no meio do experimento, foi anunciado que os homens iriam avaliar a taxa de atratividade de outras mulheres solteiras.

Daí, foi um Deus nos acuda: durante o tempo que os parceiros estavam avaliando outras mulheres, as esposas ficaram distraídas e passaram a detectar erroneamente as figuras apresentadas anteriormente.

Ainda não se sabe o que vai acontecer quando os papéis forem invertidos. Será que os homens também perdem a noção por causa do ciúme?

(por Kleyson Barbosa)

Como Jesus foi crucificado?

Não é exagero afirmar que a cruz é o alicerce do cristianismo. Instrumento dantesco na mão dos romanos, utilizado como pena capital contra escravos e revoltosos, ela ganhou contornos de altruísmo por volta das 15h da Sexta-feira da Paixão do ano 30, quando Jesus de Nazaré teria morrido pendurado em duas estacas de oliveiras nodosas em forma de “t”. Seus discípulos não estariam ao pé do calvário. Mas as primeiras linhas escritas pelos quatro evangelistas para perpetuar os ensinamentos desse homem que cresceu na Galileia relatavam justamente os episódios de sua Paixão e morte.

Não é de se estranhar, portanto, que, quase dois mil anos depois, a iconografia símbolo do cristianismo esteja apoiada na figura de um Jesus magro e frágil, com barba, pouca roupa, coroa de espinhos e preso a uma cruz pelas palmas das mãos e peitos dos pés. Mas essa imagem de Cristo no ato de seu suplício estaria fiel à história? “Não”, opina o especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém Rodrigo Pereira da Silva. “Acredito na hipótese de que Jesus tenha sido crucificado sentado, apoiado em uma madeira que existia na cruz abaixo de seu quadril, com as pernas dobradas para a direita, nu e sem a coroa de espinhos”, diz.

Professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), Silva faz essa afirmação baseado, principalmente, em pistas deixadas pelos textos bíblicos e pela literatura romana. O acesso a especulações sobre a real posição de Jesus na cruz (leia quadro) tem sido cada vez mais possível graças a algumas obras escritas por especialistas em religião do Oriente Médio. Lançadas recentemente, elas trazem a discussão em torno dessa questão, difundida no meio acadêmico, para perto do grande público.

Em “Os Últimos Dias de Jesus – a Evidência Arqueológica” (Ed. Landscape), o arqueólogo Shimon Gibson, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), escreve que, “para prolongar a agonia e o momento da morte, os romanos posicionavam a vítima em uma espécie de assento de madeira, ou suporte de forquilha, na metade inferior da cruz”. Havia um motivo. Sem essa espécie de apoio, o corpo tombaria e a morte por asfixia ocorreria mais rapidamente. A intenção, portanto, era dar à vítima a possibilidade de ela respirar para que tivesse uma sobrevida e sofresse por mais tempo antes da morte.

“A pessoa morre mais lentamente por asfixia dolorosa, porque os músculos do diafragma vão parando de funcionar até que ela deixe de respirar”, explica John Dominic Crossan, professor de estudos bíblicos da Universidade DePaul (EUA), no livro “Em Busca de Jesus” (Ed. Paulinas). Esse tipo de assento é descrito, ainda, pelo historiador espanhol Joaquín Gonzalez Echegaray, do Instituto Bíblico e Arqueo­lógico de Jerusalém, em “Arqueología y Evangelios” (Ed. Verbo Divino), como uma espécie de “conforto” com objetivo cruel.

Detalhes de como os braços e as pernas de Cristo foram posicionados não são fornecidos pelos evangelistas. “Os soldados romanos, que teriam o que falar, não tinham interesse. E os discípulos, que deveriam escrever, não tinham os dados”, diz Pedro Lima Vasconcellos, professor de pós-graduação de ciências da religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. As pistas, então, são fornecidas pela ciência.

Em 1968, uma ossada de um homem que viveu no século I foi encontrada em Jerusalém. Sua cartilagem próxima ao calcanhar direito apresentava um prego de ferro de 11,5 cm de comprimento preso a uma madeira. É a única vítima de crucificação descoberta por arqueólogos até hoje. “Se trabalharmos com a hipótese de que um único prego estaria atravessando os dois pés, pela forma como a ossada foi encontrada, as pernas estariam flexionadas para a direita”, diz Silva, da Unasp. Segundo o historiador André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o que há de histórico no relato da Paixão de Cristo são a prisão e a crucificação. “O que ocorreu no meio e depois são relatos teológicos que passam pelo exercício da fé”, diz ele. “Se ele morreu pregado ou amarrado, estendido ou sentado são detalhes para aumentar ou diminuir a dramaticidade.”

Milhares de crucificações foram patrocinadas pelos romanos. A de Jesus foi a única que se perpetuou. Como pode um herói morrer de uma forma tão humilhante e seu nome viajar por gerações? Para a ciência, ele ainda é um quebra-cabeça com muitas peças desaparecidas. Mas não há mistério em um ponto: ele deu novo significado à cruz, hoje objeto de salvação e conforto espiritual, não de tormento.

CRISTO NA CRUZ
Com base em descobertas arqueológicas, escritos dos evangelistas e na literatura romana, especialistas sugerem como Jesus teria passado as últimas três horas de vida na Terra

Os mártires de Deus

Quando fazemos uma retrospectiva da vida dos profetas e demais porta - vozes de Deus, do Antigo ao Novo testamento,passando pela era cristã, até os nossos dias, notamos que nunca foi fácil ser um protagonista do lado de Deus neste grande conflito entre o bem e o mal. Alguns deles, como Jeremias, além do perigo de morte, foram expostos ao ridículo (Jr.36 e 37). O próprio Jesus foi exposto ao escárneo (Mt 26 e 27).



Dos séculos II ao XVIII d.C calcula-se que cerca de 20 milhões de mártires tenham morrido pela mesma causa. As dificuldades continuam. Em pleno século XXI, em alguns países, missionários estão enfrentando o martírio.

Para os fundadores do adventismo, em seu insipiente começo, as dificuldades não foram o martírio, mas a escassez de recursos financeiros. Em 1848, Ellen White teve a primeira visão sobre publicações. Ato contínuo pediu para o esposo Tiago começar com uma pequena revista, Present Truth (verdade presente). O empreendimento começou com poderosas orações. A irmandade era por demais pobre. O primeiro número saiu com poucas unidades. Para imprimir o segundo número, Tiago White, o editor, tomou a charrete para ir à cidade comprar uma foice, para com ela ganhar algum parco dinheiro.
A impressão do periódico acontecia nas modestas instalações do lar da família White. (Fundadores da Mensagem, p.122-125) Os meios de condução eram: a pé, a cavalo, de charrete e barco. Que diferença hoje! [...]

Revista Um dia de esperança

Leia a revista Um dia de Esperança e descubra que Deus separou um dia especial para você superar as preocupações da vida, priorizar a família e reequilibrar suas energias físicas, mentais e espirituais.

A religião moderna, Midiolatria


Corpo imóvel, olhos atentos, mente aberta. Os adoradores, em posição de reverência, veneram a divindade. Nada pode atrapalhar seus instantes de culto. Sentem prazer indizível em desfrutar desses momentos sagrados, passando horas e horas em meditação. Os praticantes desta religião são os mais assíduos, não ficando um dia sequer sem contato com sua fé.
Ao acordar, a primeira coisa que fazem é passar momentos em adoração matinal. No trabalho ou na escola, rápidas fugas para comunhão. De volta ao lar, prostram-se imediatamente ao deus. No almoço, entre uma garfada e outra, olhadelas de fé. À tarde, impossível ficar sem culto. À noite, horário em que os templos estão mais cheios, nada melhor que meditação para aliviar o estresse do dia agitado. Hora de dormir, um último adeus àquele que permaneceu todo o dia ao seu lado. Assim, dormem ao som da voz do deus.
Cada dia mais cultuada, a mídia é maior e mais nova religião do mundo. Adeptos de toda a parte do planeta formam a cadeia crescente dos midiólatras. Televisão, internet, rádio, revistas e jornais são algumas das divindades que compõem o ciclo de adoração. Para alguns, eles são importantes, para outros, todavia, são essenciais para a existência.
Não faz muito tempo que as pessoas buscavam a religião como meio de escape para aliviar sentimentos ruins, como tristeza ou depressão. Entretanto, este é exatamente um dos motivos que têm levado milhares de pessoas a determinadas mídias, como a internet, por exemplo. Este meio de escape dos problemas é apontado pela Associação de Psicologia Americana como um dos sintomas de alguém que está viciado em internet.
Em uma pesquisa feita pela AOL (América Online), 87% dos entrevistados disseram que sentiriam muito a falta de acesso online. Outros 64% afirmaram que não conseguiriam mais viver sem internet. Exagero ou não, percebe-se aí claramente os primeiros indícios de midiolatria.
A internet é o meio de comunicação que apresenta maior crescimento. Os analistas do Morgan Stanley prevêem que, no final de 2003, a internet possuirá 536 milhões de adoradores, e que 85% dos usuários de PCs em todo o mundo terão acesso à web – que bênção!?
A TV, um dos mais antigos símbolos da midiolatria, também continua ganhando mais adeptos. A pesquisa “A Voz dos Adolescentes”, realizada pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), constatou dados relevantes sobre essa mídia. Notou-se que os adolescentes estão preferindo cada vez mais passar tempo se divertindo em casa que na rua. Dizem que se você já passou oito anos de sua vida assistindo TV, em média 3h55 por dia, já ficou um ano e três meses cultuando a telinha. Segundo a pesquisa, essa é a média dos brasileiros entre 12 e 17 anos.
Outras análises mostram que uma pessoa que assiste em média três horas de TV por dia, aos 75 anos terá passado nove deles em frente ao aparelho. Parece exagero, mas isso é o que acontece quando pessoas se deixam levar inteiramente pela influência midiática.
Determinados veículos, principalmente os segmentados, também são alvo de adoração. Milhares de indivíduos ociosos esperam avidamente suas revistas sobre computador, futebol, fofoca, moda e mulheres; resposta a suas orações.
Hoje, a religião da mídia possui mais praticantes que a Igreja Católica. Está presente em todas ruas; mais que a Igreja Universal. Tornou-se mais popular que os movimentos carismáticos. Tornou-se tão prejudicial quanto a falta de religião. Midiolatria, isso sim é pecado.
Escrito Por Daniel Lüdtke, Teólogo e Jornalista.

Related Posts Plugin for Blogger...