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Eventos Finais

Ellen White declara que o mundo invisível "está observando com inexprimível interesse as cenas finais" da história deste mundo. No seu livro "O Grande Conflito", ela delineou claramente os grandes e terríveis eventos do futuro, e em várias outras obras fala do cumprimento das profecias bíblica referentes aos últimos dias. Com esforço adicional "para manter este assunto perante o povo", foi preparado este volume: "Eventos Finais". Muitas das citações deste livro foram extraídas de material já publicado do Espírito de Profecia, mas uma boa parte é inédita. Esta obra procura apresentar os acontecimentos finais numa sequência lógica, embora não se possa afirmar categoricamente que todos eles estejam na ordem exata de sua ocorrência. Numa questão de tão grande importância, é essencial que cada cristão estude o que Deus revelou e se prepare para o maior de todos os eventos: a volta de Jesus.

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Fonte: [Estudos Bíblicos Adventistas (Via Advir)]

Por que as escolas adventistas ensinam o criacionismo

O criacionismo é uma corrente de estudos interdisciplinares que procura explicar a origem da vida e do Universo, com semelhanças e diferenças em relação às teorias evolucionistas e ao design inteligente. A Rede Educacional Adventista ensina o criacionismo, baseando-se em argumentos científicos e lógicos, sem impor crenças religiosas nem omitir a versão evolucionista. Portanto, o ensino se encontra em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura.

1. O argumento criacionista é coerente com o que se observa nos fósseis encontrados na coluna geológica e diz que a criação deu origem a tipos básicos (“espécies”) de seres vivos e que eles “evoluíram” de forma mais ou menos limitada (diversificação de baixo nível ou “microevolução”). Os criacionistas não creem, no entanto, que todos os seres vivos descendem de um mesmo ancestral unicelular comum, pois é algo que, por experimentação e observação, não é possível ser demonstrado.

2. O criacionismo apresenta três evidências básicas da existência de um Criador: (1) o ajuste fino do Universo (teleologia), (2) a existência de estruturas irredutivelmente complexas nos seres vivos, que tinham de funcionar perfeitamente desde que foram criadas, ou não chegariam aos nossos dias, e (3) a informação complexa especificada existente no material genético, que só a inteligência obviamente pode originar.

3. Os criacionistas entendem que, embora alguns aspectos do evolucionismo sejam fundamentados e úteis para a compreensão de muitos fenômenos naturais, há lacunas nesse modo de pensar. Como toda teoria, há alguns pontos no evolucionismo que não são cientificamente sustentáveis e podem ser analisados e apresentados aos estudantes.

4. Atualmente, há vários cientistas criacionistas que fazem boa ciência e apresentam argumentação lógica e importante para ser transmitida. Destacam-se dois biólogos norte-americanos: Leonard Brand e Harold Coffin. Ambos têm artigos publicados nos mais prestigiados periódicos científicos, respectivamente, sobre baleias fossilizadas da Formação Pisco (Peru) e sobre as florestas petrificadas de Yellowstone (EUA). No Brasil, destaca-se o químico e professor da Unicamp, Dr. Marcos Eberlin, que dirige o Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas, é membro da Academia Brasileira de Ciências e o terceiro cientista brasileiro mais citado em publicações científicas de renome.



Fonte: [Criacionismo]

Os novos adventistas: pós modernos, carismáticos e ecumênicos

Como pastor, tenho percebido uma diluição dos valores adventistas entre os que fazem parte dessa denominação, sejam membros regulares ou líderes. Em parte, a assimilação de valores da pós-modernidade tem enfraquecido conceitos caros à denominação, como, por exemplo, a afirmação de que temos uma verdade a ser dada ao mundo. Já conversei pessoalmente com muitos adventistas que acreditam que deveríamos ser mais “humildes” e reconhecer que “não somos melhores do que os outros”. Segundo eles, se continuarmos nos intitulando “os donos da verdade” afastaremos as pessoas. Nossa missão seria conduzir a Cristo, não à nossa denominação, porque as doutrinas não são importantes e, sim, o relacionamento com a pessoa de Cristo.

Por trás dessas afirmações, encontramos sérios problemas. Afinal, se as doutrinas não importam, por que sustentá-las? O crer em Cristo, não é em si mesmo uma doutrina (um ensinamento)? Seria essa a única doutrina que teríamos o direito de compartilhar com as pessoas? Partindo do pressuposto de que todos têm o direito a ter suas crenças particulares, nosso respeito pela opinião e crenças alheias não deveria nos impedir de querer “forçar” as pessoas a crerem como nós? E, se isso for assim mesmo, como concluiremos a “grande comissão” (Mt 28:18-20), a ordem de Jesus para pregarmos a todas as pessoas, de todos os lugares e culturas?

Assim, me parece que alguns estão confundindo genuína humildade com relativismo, a ideia de que todas as crenças não representam a verdade última, somente opiniões equivalentes, uma vez que seriam todas culturalmente condicionadas. Será que o adventismo está fadado a ser isso – uma opinião qualquer de um determinado grupo religioso que está feliz em manter uma política de não interferência em relação a outros grupos sociais, assumidamente religiosos ou não?

Esse pensamento não se restringe a muitos adventistas que encontrei; trata-se de algo de amplitude maior. O pós-modernismo é uma forma de pensar e viver de toda a sociedade ocidental (e influencia até mesmo culturas orientais que adotam comportamentos ocidentais). Por isso, não causa surpresa que muitos cristãos tenham escrito, palestrado e feito conferências sobre o assunto, especialmente nos últimos, diríamos, vinte anos. Os adventistas, por seu turno, não estão alheios aos desafios da pós-modernidade. Teólogos e pensadores do movimento vêm dedicando atenção ao tema. Quero destacar dois escritos recentes que expressam preocupação com a influência pós-moderna sobre a igreja.

O conhecido historiador e pensador adventista George Knight escreveu recentemente o provocativo A visão apocalíptica e a neutralização do adventismo.[1] Knight discute o conceito de relevância, que permeou o protestantismo liberal na década de 1960. “O que provaram, no entanto, foi que o atalho para a irrelevância é a mera relevância”, afirma o autor. Ele conclui: “Afinal, quem precisa obter mais daquilo que pode ser encontrado na cultura dominante?”.

O ponto não é que os cristãos (e os adventistas em particular) não devam ser relevantes para a sociedade na qual estejam inseridos. O livro se prontifica a esclarecer que, na tentativa de alcançar os demais com sua mensagem, muitas denominações se preocuparam tanto em se aculturar que acabaram assimilando valores do pensamento da sociedade, sendo absorvidas pela cultura dominante. “O cristianismo saudável deve, por necessidade, estar acima da cultura dominante e se apegar às verdades que a cultura julga detestáveis.” Como exemplo de que o cristianismo seja contracultural (nesse aspecto) Knight cita o sermão do monte, cujo sistema de valores “difere radicalmente daquele adotado pelo mundo e pela maioria das igrejas.”

Aos adventistas que ignoram as lições do protestantismo liberal, Knight adverte contra a insistente busca pela relevância nos seguintes termos: “Desperdiçamos tempo demais tentando tornar Deus um cavalheiro do século XXI ao apresentá-lo como um grande intelectual adventista ou um bondoso médico do hospital adventista.” Ao invés disso, deveríamos nos lembrar que temos uma mensagem profética a transmitir. “O Apocalipse de João é o julgamento da mentalidade pós-moderna, que evita qualquer certeza a respeito da verdade religiosa e procura em seu lugar uma espiritualidade nebulosa.”[2]

Mais recentemente, o teólogo adventista Fernando Carnale escreveu o bombástico artigo The eclipse of Scriptura and the protestization of the adventist mind [O eclipse da Escritura e a protestantização da mente adventista].[3] Carnale afirma ter detectado “profundas divisões teológicas presentemente operando na igreja adventista que não desaparecerão pela inércia ou pronunciamento administrativo. Assim, sua existência secularizará a mente das gerações mais jovens transformando o adventismo em uma denominação evangélica pós-moderna.” Ele escreve que o processo se acha ligado à forma como se busca fazer evangelismo. Com o intuito de atrair os jovens, “o ministério evangélico e o louvor tem se tornado pós-moderno, ecumênico, progressivamente independente da Escritura e mais próximo da Igreja Católica Romana.” Infelizmente, os adventistas têm adotado e reproduzido as mesmas práticas evangelísticas. Quais serão as consequências?

"As 'consequências não intencionais' desse curso de ação estão transformando o adventismo em uma genérica denominação secular e não bíblica. A emergência de uma nova geração de adventismo carismático ecumênico está em curso. Embora use as Escrituras funcionalmente, como um meio para receber o Espírito, esta geração não pensará ou agirá biblicamente." [4]

Diante desse quadro, é válido que se amplie a discussão sobre pós-modernidade. É bem verdade que o termo se ache divulgado, mas isso acaba contribuindo mais para confusões sobre seu real sentido. Com frequência, pós-moderno é um termo aplicado às artes (plásticas, em geral), justamente o contexto de onde se originou a expressão. Alguns aplicam pós-moderno a um estilo de se vestir ou se comportar. Enquanto tais entendimentos superficiais da pós-modernidade vigorarem, ficará difícil compreender com clareza os desafios que se interpõem entre o adventismo e sua missão.

[1]George Knight, A visão apocalíptica e a neutralização do adventismo: estamos apagando nossa relevância? (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2010).
[2]Idém, p. 20, 27.
[3]Fernando Carnale, The eclipse of Scriptura and the protestization of the adventist mind: Parte 1: The assumed compatibility with evangelical theology and ministerial practices, JATS, 21/1-2 (2010): 133-165.
[4]Idem, p. 133-135.

Fonte: [Diário da Profecia]

Nota: Não fico espantado com o artigo acima, sei que o secularismo está tomando seu espaço entre nosso povo! Na verdade sempre me perguntei: - Como os novos conversos que engrossam as fileiras entre o povo Adventista estão sendo tratados e acompanhados após discipulado e batismo? Uma coisa posso afirmar, estão sendo deixados a caminhar quase que só em meio a fé! são deixados aparentemente de lado. Um grande erro de nossa parte, pois sei que acontece em vários lugares do mundo. Precisamos ter mais zelo e acompanhar nossos irmãos mais novos na fé. Mais fora esta realidade, parece que o mundanismo está a vencer o povo Adventista, e estas coisas foram escritas e isso é algo profético e deve acontecer... o joio andara ao lado do trigo até o final da história deste mundo e desta igreja! e para ser mais claro até a vinda do Rei Emanuel. Quando o Senhor vier irá separá a palha do trigo! e o que estamos vendo hoje! e o que parece confuso aos olhos humanos compreenderemos que é necessário, pois o Senhor está a peneirar este povo.

Justiça dá a estudante adventista direito de faltar a aulas

Uma estudante adventista matriculada numa universidade católica do interior de São Paulo conseguiu na Justiça, na semana passada, o direito de não ir às aulas às sextas à noite e aos sábados de manhã. Quielze Apolinario Miranda, 19, é da igreja Adventista do Sétimo Dia, que prega o recolhimento da hora em que anoitece nas sextas-feiras até o fim do dia dos sábados. Aluna do 1º ano do curso de relações internacionais da USC (Universidade Sagrado Coração), instituição fundada por freiras católicas em Bauru na década de 1950, Quielze nunca foi às aulas noturnas às sextas e aos sábados e corria o risco de ser reprovada por faltas. Ela diz ter tentado negociar com a reitoria para apresentar trabalhos alternativos. A USC, de acordo com a estudante, negou em várias instâncias o pedido. “Geralmente, em outras faculdades é mais fácil. O pastor entrega uma cartinha falando sobre liberdade religiosa e o aluno consegue a dispensa”, afirma. “Aqui, não consegui.”

No último dia 16, o advogado da aluna, Alex Ramos Fernandez, entrou com mandado de segurança na Justiça Federal de Bauru. Solicitou a substituição das atividades das 18h das sextas às 18h dos sábados por “prestações alternativas”, como trabalhos extraclasse. “O que ela estava buscando era uma igualdade para preservar o sentimento e a intimidade religiosa dela”, diz. “Nesses casos o aluno até estuda mais, pois os professores dão trabalhos mais elaborados do que assistir a uma aula. Não há uma quebra de isonomia entre os alunos.”

O juiz da 3ª Vara Federal de Bauru, Marcelo Zandavali, concedeu uma liminar que obriga a USC a oferecer atividades alternativas. De acordo com o texto, a USC alegou que faltava ao requerimento da aluna “amparo legal”. O magistrado discordou da instituição e baseou sua decisão nos artigos 5º e 9º da Constituição e na lei paulista nº 12.142, de 2005, que assegura ao aluno esse direito em respeito à sua religião.

A USC informou que só vai se manifestar depois de ser oficialmente notificada.

Segundo o advogado de Quielze, que é adventista e se especializou em casos como o dela, a Justiça vem atendendo, nos últimos anos, aos pedidos de alunos adventistas e judeus, que também guardam os sábados.

A igreja Adventista do Sétimo Dia, religião cristã que surgiu nos anos 1840 nos Estados Unidos, tem como doutrina a crença de que Jesus voltará - o advento - e que os mortos dormem, inconscientes, até a ressurreição. Existe no Brasil desde 1894.

Fonte: [Criacionismo;Folha.com ]

Nota Especial: Comentário de Michelson Borges: Quielze percorreu o caminho correto: primeiro tentou negociar com professores e com a reitoria, dispondo-se a realizar trabalhos alternativos a fim de não violar sua consciência de guardadora do sábado. O aluno adventista, além de se esforçar para ser exemplar, deve sempre buscar a alternativa mais diplomática em casos como esse em que a instituição de ensino (ou o empregador) se recusa a conceder o sábado livre. O mandado de segurança (um direito do cidadão) deve ser a última alternativa. E foi o que Quielze fez, a fim de ter salvaguardados seus direitos constitucionais. Apenas um detalhe: a Igreja Adventista do Sétimo Dia não “prega” exatamente o “recolhimento” nas horas do sábado (do pôr do sol de sexta ao pôr do sol do dia seguinte). A igreja ensina que o sábado deve ser guardado como orienta a Bíblia, em textos como Êxodo 20:8-11 e Isaías 58:13 e 14. O sétimo dia da semana deve ser reservado para atividades religiosas, assistenciais e para estreitar a relação com o Criador do Universo, que estabeleceu o sábado como memorial da criação (cf. Gênesis 2:1-3). Parabéns, Quielze, por sua determinação em obedecer antes a Deus do que aos seres humanos (Atos 5:29).[MB]

Veja também a notícia veiculada pela ASN.



Voltemos ao Evangelho

Hoje estudando sobre adornos e santuário observei esse texto:

“…Como resposta, a senhora mostrou um anel de ouro no seu dedo, que fora dado por uma pessoa descrente, e disse que não via mal algum em usar tais ornamentos. "Não somos tão meticulosos - disse ela - como antigamente. Nosso povo foi demasiado escrupuloso em suas opiniões sobre o assunto do vestuário. As senhoras desta instituição usam relógios de ouro e correntes de ouro, e se vestem como as outras pessoas. Não é um bom plano de ação ser singular em nosso vestuário; pois não poderemos exercer tanta influência." (ME Vol.3, 246)

Repetidas vezes se observa esse tipo de argumentação em nosso meio a favor da modernização de nossa mensagem. Sou extremamente a favor de modernizar os meios de levar o evangelho, mas devemos lembrar: Os meios se modernizam; a mensagem permanece.
Por mais amoroso que pareça ser abrandar esse evangelho, é erroneo. A verdade que temos são como as folhas da árvore da vida, é a cura para as nações da terra. Qualquer deturpação que se fizer, dilui esse remédio, levando opróbrio ao povo. Repetindo casos passados:

“Repetimos o pecado de Arão, pacificando, quando os olhos devem ser claros em discernir o mal e declará-lo positivamente, mesmo que isso nos coloque numa posição desagradável, por nossos motivos poderem ser mal compreendidos. Não devemos suportar o mal em um irmão ou em qualquer pessoa com quem estejamos ligados. Essa negligência de postar-nos com firmeza em favor da verdade foi o pecado de Arão. Houvesse ele falado claramente a verdade, nunca se teria feito aquele bezerro de ouro.” Carta 10, 1896. “E ainda há Arãos flexíveis, que ... cederão aos desejos dos que não são consagrados, e assim os induzirão ao pecado.” (PP, 343)

Como "ministros do novo concerto" devemos lembrar que nosso compromisso não é com homens ("Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo." Gal 1:10) mas com a imutável palavra de Deus. Devemos ser fiéis também nas advertências dadas por Deus. Essa é a verdadeira mensagem de amor do presente ("Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te." Apoc 3:19), não podemos responder simplesmente: "Rico sou, e de nada tenho falta." Apoc 3:17 Antes devemos dar o sonido certo a trombeta para de forma verdadeiramente amorosa levar libertação ao cativo e à nos mesmos do sangue dos sinceros.

"O ministro de Cristo não deve apresentar ao povo apenas as verdades mais agradáveis, retendo outras que lhes possam causar mágoa. Deve ele observar com profunda solicitude o desenvolvimento do caráter. Se vir que alguém no rebanho está acariciando o pecado, precisa como fiel pastor dar-lhe instrução da Palavra de Deus que se aplique ao caso. Unicamente aquele que é um fiel ensinador da verdade poderá, ao fim de seu trabalho, dizer como Paulo: "Estou limpo do sangue de todos." Atos 20:26. (AA, 394)

De forma alguma deve haver aspereza ao realizarmos a missão e creio que devemos ser brandos e cuidadosos principalmente ao passar as partes "duras", que vão de encontro com nosso eu nessas mensagens. Mas não podemos resvalar na santa verdade de Deus. Gosto de uma frase de Martinho Lutéro: "A paz, se possível, a verdade a todo custo"
Tristemente porém, acho que estamos perdendo nossa relevância com o intuito de tornar nossa mensagem mais leve e agradável visando maior aprovação e nos regozijando com os números e a popularidade que conseguimos. Vale lembrar: “a conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo” (GC, 509)

“Se tão-somente Ele pusesse de lado Sua humilhação e sofrimentos e exclamasse: "Se alguém quiser vir após Mim, agrade-se a si mesmo e desfrute o mundo, e será Meu discípulo", multidões haviam de crer nEle.” (Cuidado de Deus MM, 128)

“Caso abaixeis a norma a fim de conseguir popularidade e aumento de número, fazendo desse acréscimo objeto de regozijo, mostrais com isto grande cegueira. Fossem os algarismos indício de êxito, Satanás poderia reclamar a preeminência; pois, neste mundo, os que o seguem constituem a grande maioria.” (CSE, 69)

A questão do adorno no texto introdutório é apenas pretexto para metaforizar a questão como um todo. Outros elementos em nossa adoração entram em questão quando apresentamos "músicas dançantes com letra sagrada" como nos relatos passados sem atentar às advertências que nos foram dadas nesse sentido: "Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida." (Evangelismo, 95) , porém logo em seguida temos o convite: "Deus convida Seu povo, que tem a luz diante de si na Palavra e nos Testemunhos, a ler e considerar, e dar ouvidos. Instruções claras e definidas têm sido dadas a fim de todos entenderem." (Evangelismo, 95)

"Muitos movimentos dessa espécie surgirão neste tempo, quando a obra do Senhor deve manter-se elevada, pura, inadulterada de superstições e fábulas. Precisamos estar em guarda, manter íntima relação com Cristo, para não sermos enganados pelos ardis de Satanás." (ME Vol 2 , 35)

De Rilton Jr.

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Clube dos 110: conheça os segredos de quem passa dos 110 anos

A revista super interssante do mês de Abril abordou um tema que em suma é muito relevante para todos aqueles que conhecem a mensagem Adventista. Pois ela abordou a realidade da conhecida cidade nos EUA, onde a maioria dos habitantes são Adventistas do 7º Dia, e o estilo de vida desta comunidade vem sendo objeto de estudo para muitos cientistas.

"Deus deve ter se esquecido de mim", brincava sempre a francesa Jeanne Calment, que morreu aos 122 anos em 1997. Jeanne foi a pessoa que mais viveu no mundo até hoje e, se Deus deu uma força, agora a ciência está descobrindo motivos menos divinos para longevidades como a dela. Ela faz parte dos supercentenários, o grupo seleto e cada vez mais estudado daqueles que passam de 110 anos.

Brasília, DF ... [ASN] Hábitos e estilo de vida saudáveis dos adventistas do sétimo dia nos Estados Unidos estão em destaque em recente reportagem da revista Superinteressante, uma das mais importantes sobre ciência no Brasil. A reportagem intitulada “Clube dos 110: conheça os segredos de quem passa dos 110 anos”, assinada por Débora Nogueira, informa que as pessoas chamadas de supercentenárias se tornaram cada vez mais objeto de estudo científico com a finalidade de tentar identificar qual o motivo desta longevidade.
Um dos trechos destaca que “os bons hábitos são tão determinantes que, quando são adotados por todos, criam-se bolsões de longevidade. Talvez o melhor exemplo seja Loma Linda, na Califórnia, onde um grupo de adventistas vegetarianos não fuma, faz exercícios regularmente, dedica muito tempo à família - basicamente a receita da longevidade”.
Ainda sobre longevidade e princípios de saúde adotados pelos adventistas do sétimo dia, o tema foi destaque, também, em recente abordagem da tradicional revista norte-americana Newsweek. Um esquema com o sugestivo título “Como viver para sempre” aponta várias características e perfis com propensão a viver mais tempo. Uma das alternativas é ser adventista do sétimo dia.
Segundo o diretor da área de saúde do escritório sul-americano adventista, pastor Miguel Pinheiro, este reconhecimento é muito importante porque evidencia o comprometimento adventista com um estilo de vida saudável baseado nos oito remédios divinos e em princípios bíblicos que asseguram saúde mental, física, emocional e espiritual. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

Fonte: [PortalAdventista]

Nota: A realidade dos Adventistas do Sétimo Dia é algo notória para nós que já fazemos parte desta família... Mas testemunho como este, não vem de força humana, mais sim da comunhão existente entre os fiéis Adventistas e sua comunhão com Deus, por meio de sua fidelidade a sua lei, sim os 10 mandamentos e o respeito a vida. Ele mesmo disse: "Se me amardes, guardareis os meus mandamentos." (João 14:10), portanto "Quem guarda os seus mandamentos, em Deus permanece e Deus nele" (João 3:24), de modo que aquele que esta em conexão com o Deus da vida, viverá muito mais... Pois a se prolongar seus dias na terra.

Verdadeiro versus Falso Reavivamento

Onde quer que a Palavra de Deus tenha sido fielmente pregada, seguiram-se resultados que atestaram de sua origem divina. O Espírito de Deus acompanhou a mensagem de Seus servos, e a Palavra era proclamada com poder. Os pecadores sentiam ser despertada a consciência. A “luz que alumia a todo homem que vem ao mundo” iluminava-lhes os íntimos aposentos da alma, e as coisas ocultas das trevas eram manifestas. Coração e espírito eram possuídos de profunda convicção. Convenciam-se do pecado, da justiça e do juízo vindouro. Essas pessoas tinham a intuição da justiça de Jeová, e sentiam terror de aparecer, em sua culpa e impureza, perante Aquele que examina os corações. Com angústia exclamavam: “Quem me livrará do corpo desta morte?” Ao revelar-se a cruz do Calvário, com o infinito sacrifício pelos pecados dos homens, viram que nada, senão os méritos de Cristo, seria suficiente para a expiação de suas transgressões; somente esses méritos poderiam reconciliar os homens com Deus. Com fé e humildade, aceitaram o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Pelo sangue de Jesus tiveram “a remissão dos pecados passados”. [...]

Os despertamentos resultaram em profundo exame de coração e humildade. Caracterizavam-se pelos solenes e fervorosos apelos ao pecador, pela terna misericórdia para com a aquisição efetuada pelo sangue de Cristo. Homens e mulheres oravam e lutavam com Deus, pela salvação de almas. Os frutos de semelhantes avivamentos eram vistos nas almas que não recuavam da renúncia e do sacrifício, mas que se regozijavam de que fossem consideradas dignas de sofrer desprezo e provação por amor a Cristo. Notava-se uma transformação na vida dos que tinham professado o nome de Jesus. A comunidade se beneficiava por sua influência. Uniam-se com Cristo e semeavam no Espírito, a fim de ceifar a vida eterna. [...]

Esse é o resultado da obra do Espírito de Deus. Não há prova de genuíno arrependimento a menos que ele opere reforma na vida. Se o pecador restitui o penhor, devolve o que tinha roubado, confessa os pecados, e ama a Deus e a seus semelhantes, pode estar certo de que encontrou paz com Deus. Foram esses os efeitos que, em anos anteriores, se seguiram às ocasiões de avivamento religioso. Julgados pelos seus frutos, sabia-se que eram abençoados por Deus para a salvação dos homens e para reerguimento da humanidade.

Muitos dos despertamentos dos tempos modernos têm, no entanto, apresentado notável contraste com aquelas manifestações de graça divina que nos primitivos tempos se seguiam aos trabalhos dos servos de Deus. É verdade que se desperta grande interesse, muitos professam conversão e há larga procura pelas igrejas; no entanto, os resultados não significam que houve aumento correspondente da verdadeira vida espiritual. A luz que brilha por algum tempo logo desaparece, deixando as trevas mais densas do que antes.

Avivamentos populares são muitas vezes realizados por meio de apelos à imaginação, excitando-se as emoções, satisfazendo- se o amor ao que é novo e surpreendente. Conversos ganhos dessa maneira têm pouco desejo de ouvir a verdade bíblica, pouco interesse no testemunho dos profetas e apóstolos. A menos que o culto assuma algo de caráter sensacional, não lhes é atraente. Não é atendida a mensagem que apele para a razão desapaixonada. As claras advertências da Palavra de Deus, que diretamente se referem aos seus interesses eternos, não são tomadas a sério.

Para toda alma verdadeiramente convertida, a relação com Deus e com as coisas eternas será o grande objetivo da vida. Mas onde, nas igrejas populares de hoje, está o espírito de consagração a Deus? Os conversos não renunciam ao orgulho e amor ao mundo. Não estão mais dispostos a negar-se, tomar a cruz e seguir o manso e humilde Nazareno, do que estiveram antes de se converter.

A religião tornou-se o entretenimento dos incrédulos e céticos, porque muitos que são portadores de seu nome lhes desconhecem os princípios. O poder da piedade quase desapareceu de muitas das igrejas. Piqueniques, representações teatrais nas igrejas, quermesses, casas elegantes, ostentação pessoal, desviaram de Deus os pensamentos. Terras, bens e ocupações mundanas absorvem a mente, e as coisas de interesse eterno mal recebem atenção passageira. [...]

Em muitos dos avivamentos ocorridos durante o último meio século, têm estado a operar, em maior ou menor grau, as mesmas influências que se manifestarão em movimentos mais extensos no futuro. Há um excitamento emotivo, mistura do verdadeiro com o falso, muito apropriado para transviar. Contudo, ninguém necessita ser enganado. À luz da Palavra de Deus não é difícil determinar a natureza desses movimentos. Onde quer que as pessoas negligenciem o testemunho das Escrituras Sagradas, desviando-se das verdades claras que servem para provar a alma e que exigem a renúncia de si mesmo e a do mundo, podemos estar certos de que ali não é outorgada a bênção de Deus. E, pela regra que o próprio Cristo deu – “Por seus frutos os conhecereis” (Mt 7:16) – é evidente que esses movimentos não são obra do Espírito de Deus.

Nas verdades de Sua Palavra, Deus deu aos homens a revelação de Si mesmo; e a todos os que as aceitam servem de escudo contra os enganos de Satanás. Foi a negligência dessas verdades que abriu a porta aos males que tanto se estão generalizando agora no mundo religioso. Tem-se perdido de vista, em grande parte, a natureza e importância da lei de Deus. Uma concepção errônea do caráter, perpetuidade e vigência da lei divina tem ocasionado erros quanto à conversão e santificação, resultando em baixar, na igreja, a norma da piedade. Aqui deve encontrar-se o segredo da falta do Espírito e poder de Deus nos avivamentos de nosso tempo.

Este artigo foi extraído do livro O Grande Conflito, capítulo 27 (“Como alcançar paz de espírito”). Os adventistas do sétimo dia creem que Ellen G. White (1827-1915) exerceu o dom de profecia bíblico durante mais de 70 anos de ministério público.

Fonte: [www.advir.com]

Abrem-se os registros celestiais

Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias Se assentou; [...] assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. Daniel 7:9, 10


Segundo as profecias bíblicas, o Juízo Investigativo começou no santuário celestial, no fim do período das 2.300 tardes e manhãs, ou seja, no dia 22 de outubro de 1844. Isso significa que o juízo está em pleno andamento agora.

O Juízo Investigativo, ou Juízo Pré-Advento, é a primeira fase do Juízo Final. A segunda fase é a de Revisão, também chamada de Juízo Milenial, porque, como o nome já diz, será efetuado durante o Milênio, pelos remidos, a fim de verificar por que alguns estão entre os salvos e outros entre os perdidos. “Em união com Cristo julgam os ímpios, comparando seus atos com o código – a Escritura Sagrada, e decidindo cada caso segundo as ações praticadas no corpo. Então é determinada a parte que os ímpios devem sofrer, segundo suas obras, e registrada em frente ao seu nome, no livro da morte” (O Grande Conflito, p. 661).

Certamente os remidos também terão acesso ao Livro da Vida, para verificar como certas pessoas estão entre os salvos.

A terceira fase, que é a do Juízo Executivo, se dará no fim do Milênio, quando os ímpios (inclusive Satanás e seus anjos) serão destruídos.

A cena do Juízo Investigativo é descrita em Daniel 7:9, 10: “Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias Se assentou; Sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o Seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dEle; milhares de milhares O serviam, e miríade de miríades estavam diante dEle; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros.”

Esses versos apresentam uma cena de julgamento, com todos os elementos que o caracterizam. O “Ancião de Dias” é uma referência óbvia a Deus, o Pai, que haverá de presidir ao juízo. Os “milhares de milhares” que O serviam constituem uma referência aos anjos, que desempenham as funções de “ministros e testemunhas” (SDA Bible Commentary, v. 4, p. 828). Jesus, nessa fase, atua como nosso Advogado.

Assim como os julgamentos terrestres estão baseados nos autos de um processo, o julgamento divino também está baseado nos registros infalíveis dos livros celestiais. Todas as obras humanas, “até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (Ec 12:14), estão fielmente registradas ali.

Portanto, pense no que você vai fazer hoje. Um dia isto se tornará público.


O Anjo e as Balanças

Vi um anjo com balanças na mão, pesando os pensamentos e interesses do povo de Deus, especialmente dos jovens. Num prato estavam os pensamentos e interesses que tendiam para o Céu; no outro achavam-se os que se inclinavam para a Terra. E nessa balança era lançada toda leitura de livros de histórias, pensamentos acerca do vestuário e exibição, vaidade, orgulho, etc. Oh! que momento solene! Os anjos de Deus em pé com balanças, pesando os pensamentos de Seus professos filhos - aqueles que pretendem estar mortos para o mundo e vivos para Deus! O prato cheio dos pensamentos da Terra, vaidade e orgulho, desceu rapidamente, e não obstante peso após peso rolou do prato.

O que continha os pensamentos e interesses que se voltavam para o Céu subiu ligeiro enquanto o outro descia e, oh! quão leve estava ele! Posso relatar isso pelo que vi, mas nunca poderei dar a impressão solene e vívida gravada em minha mente, ao ver o anjo com a balança pesando os pensamentos e interesse do povo de Deus. Disse o anjo: "Podem esses entrar no Céu? Não, não, nunca. Diga-lhes que a esperança que agora possuem é vã, e a menos que se arrependam depressa e obtenham a salvação, hão de perecer." Uma forma de piedade não salvará ninguém. Todos devem possuir profunda e viva experiência.

Unicamente isto os salvará no tempo de angústia. Então será provada de que espécie é sua obra; e se ela for ouro, prata e pedras preciosas, eles serão ocultos na fortaleza do Senhor. Mas, se sua obra for madeira, feno ou palha, coisa alguma os poderá proteger do furor da ira de Jeová. Dos jovens, bem como dos de mais idade, será exigida uma razão da esperança que têm. Mas a mente destinada por Deus para coisas melhores, formada para servi-Lo perfeitamente, tem-se fixado em coisas destituídas de senso, em vez de nos interesses eternos.

A mente que é deixada a vaguear aqui e ali está tão apta a compreender a verdade, a prova bíblica da observância do sábado e o verdadeiro fundamento da esperança cristã, como a estudar a aparência, as maneiras, o vestuário, etc. E os que dão rédea solta à mente para divertir-se com histórias tolas e contos ociosos, alimentam a imaginação, mas o brilho da Palavra de Deus lhes fica eclipsado. A mente é desviada diretamente de Deus. É destruído o interesse em Sua preciosa Palavra.

Fonte: [Ellen White. Testemunhos Seletos Vol.1. Pg.24-25]

Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, Aquele que era, que é e que há de vir. Apocalipse 4:8

Temos pregado com ardor sobre a segunda vinda de Cristo. Mas praticamente não se fala que Deus o Pai acompanhará o Filho em Sua segunda vinda. Entretanto, há evidências bíblicas de que isto ocorrerá.

As Escrituras mostram Deus vindo à procura do homem (ver Lc 19:10, Jo 1:14, 11; 1Jo 4:10). Este último verso nos apresenta a razão por que Deus Se mobilizou em busca do homem perdido: Seu grande amor por nós. A salvação, portanto, é Deus vindo até nós movido pelo amor.

O Antigo Testamento faz várias referências a essa atitude divina, mostrando Deus vindo ao encontro do Seu povo (ver Êx 19:9; 20:24). Mas é no Novo Testamento que temos as principais referências de que o Pai acompanhará Jesus em Sua vinda à Terra.

Em Seu julgamento, Cristo dissera a Caifás: “Desde agora vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do Céu” (Mt 26:64). Notem que aqui são mencionadas duas Pessoas: o Filho do Homem, que é Jesus, e o Todo-Poderoso, que é um dos nomes atribuídos a Deus o Pai. Ambos virão sobre as nuvens do Céu.

No auge do sexto selo, os ímpios clamam às rochas e às montanhas: “Caí sobre nós e escondei-nos da face dAquele que Se assenta no trono e da ira do Cordeiro” (Ap 6:16). Aqui novamente são mencionadas duas Pessoas: o Cordeiro, que é Jesus, e “Aquele que Se assenta no trono”. O Apocalipse não deixa dúvida de que Aquele que Se assenta no trono é Deus o Pai (ver Ap 5:6, 7; 7:9, 10).

Finalmente, lemos em Apocalipse 16:12: “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.”

Esta é uma referência à volta de Jesus, que é apresentado em Isaías como Rei do Oriente, através da figura do rei Ciro, um rei do Oriente. Mas o texto fala em reis, no plural. Deve ser mais de um, portanto. Mervyn Maxwell entende que se trata de Pai e Filho: O Filho do homem e o Todo-Poderoso, ou o Cordeiro e Aquele que Se assenta sobre o trono. Essa dupla divina vem ao lugar onde a terceira Pessoa da Trindade, o Espírito Santo, já Se encontra desde a ascensão de Cristo (Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse, p. 83, 84, 160, 161, 192, 193).

Pai e Filho vêm nos buscar, e junto com o Espírito Santo, que já está entre nós, os três Reis do Oriente retornam para o Seu reino, acompanhados de todos os santos anjos, e dos remidos, que somos nós. Que festa maravilhosa será essa! Façamos planos para estar lá.

Fonte: [CPB-Meditações]

Jovens adventistas utilizam twitter para evangelizar

Jovens adventistas realizaram pela terceira vez, na última sexta e sábado, dias 3 e 4 de setembro, o que no mundo virtual se chama de twitaço. A ação, que foi uma iniciativa dos próprios internautas, teve o objetivo de promover a discussão sobre alguns temas no microblog Twitter (onde as pessoas trocam ideias e conceitos com postagens de apenas 140 caracteres).

No caso deste final de semana, a tag utilizada, ou seja, a palavra que todos os twiteiros participantes desta ação deveriam utilizar em suas postagens era criacionismo, antecedido pelo símbolo #. Em outros dois finais de semana anteriores, as tags utilizadas foram #setimodia e #jesusvoltara. Em última instância, esta atividade se transforma em evangelismo, pois proporciona espaço para difusão de mensagens bíblicas e o debate acerca de conceitos cristãos.

Segundo internautas envolvidos na ação, a tag #criacionismo esteve entre as dez mais utilizadas pelos twiteiros no Brasil em apenas uma hora de atividade virtual. Só para se ter uma ideia da abrangência deste tipo de iniciativa, uma pesquisa recente divulgada pela Comscore revelou que o Brasil é o quinto país onde mais se acessa as redes sociais. O país cresceu 47% em comparação com julho de 2009, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China, Alemanha e Rússia. A pesquisa estima que 35 milhões de brasileiros frequentaram as redes sociais em julho de 2010 (apenas acesso domiciliar).
Carlos Magalhães, coordenador de web da Novo Tempo e um dos entusiastas dos twitaços, diz que “apesar de não termos pesquisas, podemos induzir que, pelo fato da igreja ser grande parte dos membros abaixo dos 40 anos , um número significativo de jovens adventistas tem usado as redes sociais para se relacionar com amigos. As estatísticas mostram que, na América do Sul, os membros na faixa etária até os 25 anos representam quase 40% do total.

Fonte: [Portal Adventista / Gospel Prime]

Os que guardam o mandamentos de Deus e a fé em Jesus (Ap14:12)


O Povo de Deus Guarda os Seus Mandamentos
Deus tem na Terra uma igreja que está erguendo a lei pisada a pés, e apresentando aos homens o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. ... No mundo só existe uma igreja que presentemente se acha na brecha, tapando o muro e restaurando os lugares assolados. ... Sejam todos cuidadosos para não clamarem contra o único povo que está cumprindo a descrição dada do povo remanescente, que guarda os mandamentos de Deus e tem a fé em Jesus. ... Deus tem um povo distinto, uma igreja na Terra, inferior a nenhuma outra, mas a todas superior em suas facilidades para ensinar a verdade, para vindicar a Lei de Deus. ... Testemunhos Para Ministros, págs. 50, 58 e 59. Pág. 44

Eles Têm o Testemunho de Jesus
À proporção que se avizinha o fim e há um contínuo crescimento da obra, que tem por objetivo transmitir ao mundo a última advertência, vai-se tornando mais importante para os que abraçaram a verdade, possuir uma compreensão clara tanto da natureza como da influência dos Testemunhos que Deus, em Sua providência, vinculou à obra da terceira mensagem angélica desde a sua origem. Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 270. Os homens poderão apresentar um ardil após o outro, e o inimigo procurará desviar as almas da verdade, mas todos os que crêem que o Senhor tem falado por intermédio da irmã White, e lhe tem dado uma mensagem, estarão livres dos muitos enganos que surgirão nestes últimos dias. Mensagens Escolhidas, vol. 3, págs. 83 e 84. Haverá pessoas que pretenderão ter visões. Quando Deus vos der claro testemunho de que a visão é dEle, podeis aceitá-la, mas não aceiteis sob nenhum outro testemunho; pois o povo vai ser mais e mais desencaminhado em países estrangeiros e na América. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 72.

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