Pesquisa revela que Brasil é o segundo país no mundo em quantidade de cristãos
Os Estados Unidos, o primeiro da lista, possui em torno de 246 milhões de cristãos. Porém, a nível mundial o cristianismo representa apenas 31,7% do total, o que seria em torno de 2,18 bilhões de adeptos à religião.
A pesquisa ainda revelou os valores percentuais divididos em várias regiões diferentes, mostrando haver grande discrepância entre elas, como é o caso do Oriente Médio, que possui apenas 0,6% de cristãos. Os mais numerosos são a América do Norte, com 34%, América do Sul, com 26%, e a Europa, com 23,6%.
Em relação às denominações, o estudo mostrou que 51,4% são católicos, 36,7, protestantes e 11,9%, ortodoxos. A pesquisa foi mais aprofundada ainda, detalhando a divisão de seguimento entre os protestantes, que apontou 72% dos entrevistados declarando-se pentecostais.
Fonte: [Gospel+]
A capa (darwinista e infeliz) da revista Veja
Num texto publicado no site Observatório da Imprensa, o jornalista Veludo Amando de Barros escreveu: “Foi com surpresa – mais que surpresa, com estupefação – que vi a capa da revista Veja desta semana (edição nº 2266, de 25/4/2012) e li a manchete ‘Do alto, tudo é melhor’. Ainda na capa, a chamada da matéria afirma: ‘A evolução tecnofísica explica por que as pessoas mais altas são mais saudáveis e tendem a ser mais bem-sucedidas.’ E a imagem estampada diz tudo. Um sujeito alto, muito bem composto, bem vestido, ao lado de um baixinho ridicularizado, com a camisa meio para fora, numa evidente cena de depreciação, de deboche mesmo.
“‘Quanto maior a altura de um homem, mais feliz ele é.’ Ou seja, a revista decretou que as pessoas abaixo de certa altura devem se considerar feias, infelizes e fracassadas. Pelo menos foi isso que meu cérebro deduziu. Mais: decretou o fracasso de grande parte da população brasileira. Não tem como não seguir essa dedução.
“A revista, no limiar do século 21, nos devolve a um determinismo genético de arrepiar, todos que temos tristes lembranças de determinismos genéticos em passado recente. Fiquei temeroso de que numa edição próxima a revista possa dizer que os morenos são menos competentes do que os loiros. Ou que os pardos têm menores chances de ser felizes. Para ser correto, vou mencionar que no miolo da matéria o semanário diz que a população brasileira aumentou sete centímetros em sua altura nas últimas décadas. Até aí tudo bem. Mas daí a inferir que os altos estão com o sucesso e a felicidade garantidos, faz uma enorme diferença. Ou, por dedução, que os abaixo de 1,70 m devem ficar em casa chorando seu azar genético.
“O texto causa ainda maior perplexidade, uma vez que a revista da Editora Abril ainda é o carro-chefe da empresa. Ao fazer declaração tão categórica, deve estar machucando moralmente milhares de assinantes seus, uma vez que é difícil crer que todo seu público leitor já tenha atingido a maioridade de estatura capaz de assegurar um ticket para o paraíso. Tanto se fala em bullying nos dias atuais e, no meu entendimento, essa matéria ‘especial’ pode se encaixar numa tentativa de bullying coletivo. Também não consegui achar na ‘reportagem’ um embasamento científico realmente convincente que nos possa fazer concordar com uma assertiva tão questionável do ponto de vista de pesquisas idôneas.
“Com isso, perde a imprensa brasileira por ver uma publicação de respeitabilidade no passado incorrer num deslize desse e perde o leitor, encharcado por um determinismo biológico mais próximo do fim do século 19. E entristece aqueles que, por boa-fé ou ingenuidade, possam ficar se lamentando por não terem se submetido a um eficaz tratamento para crescer durante a adolescência.”
Nota de Michelson Borges: O texto da Veja é realmente preconceituoso e a capa reforça um estereótipo negativo. Mas o que se poderia esperar de uma das grandes divulgadoras em nosso país do darwinismo e do ateísmo militante “chique”? De uma revista que não poucas vezes vem chamando criacionistas de “ignorantes” e “obscuros”, ofendendo, assim, outra significativa parcela de seus leitores? Na verdade, deixei de ser assinante da Veja (e da Superinteressante, também) faz um bom tempo, justamente porque cansei de pagar para ser agredido sem direito de resposta. Que os “menos evoluídos” baixinhos e gordinhos façam o mesmo.[MB]
Fonte: [Criaciosnimo]
Estudioso afirma que telescópios da NASA comprovam veracidade das profecias bíblicas
O telescópio Hubble, um dos mais poderosos já construídos pelo homem, observa e fotografa o universo usando lentes com raios ultravioleta e infravermelho. O Hubble foi lançado pela NASA para orbitar em volta da Terra em 1990, e ainda permanece em funcionamento. Muitas vezes captura belas imagens de estrelas, constelações e galáxias distantes. Trata-se de uma das maravilhas da tecnologia moderna.
Os Pergaminhos do Mar Morto, por outro lado, foram encontrados entre 1947 e 1956, em cavernas às margens do Mar Morto. São mais de 800 pergaminhos escritos, na maior parte, em peles de animais. Eles foram escritos em hebraico, aramaico e grego, e são divididos em duas categorias: bíblica e não-bíblica. Muitos desses rolos contêm profecias atribuídas a Ezequiel, Jeremias e Daniel que não se encontram na Bíblia.
Entre os escritos não-bíblicos são comentários sobre o Antigo Testamento, as regras da comunidade que os reproduziu, a conduta de guerra, salmos de agradecimento, as composições de hinos, bênçãos, textos litúrgicos, e escritos sapienciais (de Sabedoria). Também conhecido como “manuscritos de Qumran”, esses pergaminhos são o mais antigo grupo de textos do Antigo Testamento já encontrados.
Segundo o livro de J. Paul Hutchins, Hubble Reveals Creation by an Awe-Inspiring Power [O Hubble revela a criação feita por um poder maravilhoso], que será lançado em breve. O autor acredita que textos como os de Isaias “convidam as pessoas a explorar divinamente sobre as estrelas”.
Hutchins faz uma análise da história das descobertas feitas pelo telescópio Hubble nas últimas duas décadas, que segundo os cientistas, têm revelado como o universo se formou. Ele afirma ainda que estas descobertas estão diretamente relacionados às profecias de Isaías, datadas de 732 aC, sobre a fonte de energia inimaginável por trás do universo.
A passagem em questão, Isaías 40:25-26, diz: “A quem, pois, me fareis semelhante, para que eu lhe seja igual? diz o Santo. Levantai ao alto os vossos olhos, e vede quem criou estas coisas; foi aquele que faz sair o exército delas segundo o seu número; ele as chama a todas pelos seus nomes; por causa da grandeza das suas forças, e porquanto é forte em poder, nenhuma delas faltará”.
Hutchins afirma que quando Isaías escreveu sobre o poder por trás do universo, ele não tinha um telescópio espacial poderoso, mas sua descrição coincide com as descobertas feitas pelo Hubble nos últimos anos, como por exemplo a galáxia do Sombrero, que no seu centro exibe uma energia inimaginável. O brilho é feito de oitocentos bilhões de estrelas, grandes como o Sol.
Fonte: [Gospelprime]
Bíblias serão contrabandeadas em cartões de memória
Graças à tecnologia moderna este sonho missionário é agora uma realidade. A Bible League International, um ministério sem fins lucrativos, dedicado a ajudar os líderes da igreja perseguida, decidiu inovar e otimizar o contrabando de Bíblias e material cristão.
“É como uma mini biblioteca cristã”, disse Robert Frank, CEO do ministério que se firmou logo após a Segunda Guerra Mundial, quando o general Douglas MacArthur pediu que grupos cristãos enviassem Bíblias para o Japão.
Em 2011, a Bible League se uniu ao Centro Mundial de Tradução da Bíblia para obter os recursos necessários e traduzir a Bíblia para as todas as línguas dos povos do planeta.
O chip que será utilizado pelo ministério para contrabandear Bíblias e outros livros cristãos é um cartão de memória, do tipo microSD, bastante comum em celulares.
Uma vez que a capacidade máxima dos cartões é de 32 GB de dados, a Bible League comprime os dados buscando o armazenamento máximo. Assim, os cristãos que vivem nos países perseguidos podem inserir estes cartões em seus smartphones ou computadores e copiar o material sem deixar rastros. Caso fizessem pela internet poderiam ser rastreados.
As editoras de vários livros e Bíblia de Estudo decidiram contribuir com a iniciativa e doaram a versão eletrônica de várias obras para serem incluídas na “mini biblioteca”. Algumas dessas obras já foram traduzidas para línguas como árabe, persa, mandarim e outras, o que facilita o acesso dos cristãos que vivem em países perseguidos.
“O conteúdo foi todo doado”, disse Synetta Armstrong, diretor de comunicações globais para a Bible League. ”Queremos espalhar a palavra de Deus”.
Além de Bíblias, os cartões microSD armazenam outros tipos de conteúdo, como músicas de louvor em MP3, filmes cristãos além de uma biblioteca teológica, com comentários bíblicos e livros sobre vida cristã. São seis Bíblias comentadas, cerca de 600 horas de vídeos e 800 horas de áudio.
Para a equipe da empesa de software que criou o sistema de armazenamento, o esforço para superar os obstáculos e fronteiras fechadas vale a pena. “Deus está usando as tecnologias digitais para divulgar o Evangelho em outras nações de forma rápida e acessível. O mundo está sendo transformado pela tecnologia móvel e queremos colocar a Bíblia nos telefones e computadores do maior número de pessoas possível”, disse o programador responsável pelo software dos cartões.
Fonte: [Gospelprime]
Pesquisador critica estudos que relacionam fé e cura: “Não há nenhuma evidência”
Richard Sloan, professor de medicina comportamental afirmou em entrevista ao site da revista Veja que “Não há nenhuma evidência” de que a fé ajude na recuperação de pacientes.
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Ele criticou pesquisadores que promovem estudos sobre o assunto, pois segundo ele, existem erros na forma como esses estudos são conduzidos. “A grande maioria dos estudos tem graves problemas metodológicos” e segundo ele, tais profissionais ferem a ética médica: “A maioria destes pesquisadores está interessada em promover alguma religião”.
Richard é autor do livro “Blind Faith: The Unholy Alliance of Religion and Medicine (Fé Cega: a aliança profana entre religião e medicina, em tradução livre do inglês) e também é conhecido por ser um dos maiores críticos de pesquisas sobre fé e medicina. Para ele, “Ficar doente já é ruim o suficiente. E fica pior se a doença vem acompanhada pelo peso na consciência por não ter sido crente o suficiente”.
Abaixo a íntegra da entrevista de Richard Sloan ao site da Veja. A entrevista aconteceu como repercussão a um recente estudo publicado que afirma que pessoas que possuem alguma religião correm menos riscos de serem hipertensas. Acompanhe:
Que relação existe entre religião e saúde?
Não há nenhuma evidência sólida de que haja relação entre devoção religiosa e boa saúde.
Um novo estudo aponta que pessoas religiosas correm menos riscos de ter hipertensão.
É mais um trabalho que sofre dos mesmos problemas de todos os estudos de observação, que são superficiais.
Quais são os problemas das pesquisas que ligam religião e saúde?
A grande maioria dos estudos tem graves problemas metodológicos. Alguns usam amostras muito pequenas e escondem ou ignoram dados, escolhendo os que dão força às conclusões. Existe um problema na metodologia da literatura médica que é o das múltiplas comparações. Escolhe-se uma ou mais hipóteses e são feitos inúmeros testes. Eventualmente, se acha um resultado que atinge significância estatística, mas isso é metodologicamente inadequado. A religião, talvez, ajude de outras formas. Pessoas religiosas podem fumar menos, beber moderadamente, se exercitar mais… Ou talvez não. Mas como afirmar com certeza que a religião é a responsável por isso? Não é assim que se faz ciência.
O que motiva tantas pesquisas deste tipo?
Pessoas têm diferentes motivações para fazer esse tipo de pesquisa. Mas a maioria destes pesquisadores está interessada em promover alguma religião, alguma atividade religiosa. E usar a medicina para promover religião é uma violação dos valores éticos da medicina. E uma violação da liberdade religiosa.
E por que esses estudos geram tanta repercussão?
Eles sempre atraem a atenção da imprensa. A combinação de medicina é religião é simplesmente muito atrativa para que seja ignorada. Então eles escrevem sobre isso o tempo todo, mas o que escrevem é ruim.
As revistas especializadas deveriam rejeitar estes trabalhos?
Minha visão é a de que não vale a pena. Essas pesquisas não podem ser provadas. São todas feitas com base em observação. Se fosse possível encontrar essa ligação entre religião e boa saúde, e de novo isso é hipotético, o certo a fazer seria procurar os mecanismos que ligam essas questões. A causa é a redução no isolamento social? Religiosos são mais sociais porque participam de reuniões religiosas? Então teríamos um caminho por onde seguir, já que isolamento social de fato é ruim para a saúde. Se fosse possível chegar a isso, a próxima questão seria: o que fazer com essa informação? E o que não fazer com ela? Recomendar que as pessoas se tornem mais religiosas? Incentivar políticas que incentivem as pessoas a desenvolver mais interações sociais de qualquer natureza?
A religião não pode ajudar a dar essa esperança aos pacientes?
Talvez possa fazer com que o paciente se sinta melhor e isso é uma coisa boa. Há evidências de que otimismo, que não é o mesmo que esperança, está associado com saúde melhor. Há estudos confiáveis mostrando isso. Mas não sabemos se podemos aumentar o senso de otimismo das pessoas. Ser otimista pode ser uma característica pessoal. Você não pode receitar isso. Alguns têm, outros não.
Por que as escolas adventistas ensinam o criacionismo
O criacionismo é uma corrente de estudos interdisciplinares que procura explicar a origem da vida e do Universo, com semelhanças e diferenças em relação às teorias evolucionistas e ao design inteligente. A Rede Educacional Adventista ensina o criacionismo, baseando-se em argumentos científicos e lógicos, sem impor crenças religiosas nem omitir a versão evolucionista. Portanto, o ensino se encontra em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura.
1. O argumento criacionista é coerente com o que se observa nos fósseis encontrados na coluna geológica e diz que a criação deu origem a tipos básicos (“espécies”) de seres vivos e que eles “evoluíram” de forma mais ou menos limitada (diversificação de baixo nível ou “microevolução”). Os criacionistas não creem, no entanto, que todos os seres vivos descendem de um mesmo ancestral unicelular comum, pois é algo que, por experimentação e observação, não é possível ser demonstrado.
2. O criacionismo apresenta três evidências básicas da existência de um Criador: (1) o ajuste fino do Universo (teleologia), (2) a existência de estruturas irredutivelmente complexas nos seres vivos, que tinham de funcionar perfeitamente desde que foram criadas, ou não chegariam aos nossos dias, e (3) a informação complexa especificada existente no material genético, que só a inteligência obviamente pode originar.
3. Os criacionistas entendem que, embora alguns aspectos do evolucionismo sejam fundamentados e úteis para a compreensão de muitos fenômenos naturais, há lacunas nesse modo de pensar. Como toda teoria, há alguns pontos no evolucionismo que não são cientificamente sustentáveis e podem ser analisados e apresentados aos estudantes.
4. Atualmente, há vários cientistas criacionistas que fazem boa ciência e apresentam argumentação lógica e importante para ser transmitida. Destacam-se dois biólogos norte-americanos: Leonard Brand e Harold Coffin. Ambos têm artigos publicados nos mais prestigiados periódicos científicos, respectivamente, sobre baleias fossilizadas da Formação Pisco (Peru) e sobre as florestas petrificadas de Yellowstone (EUA). No Brasil, destaca-se o químico e professor da Unicamp, Dr. Marcos Eberlin, que dirige o Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas, é membro da Academia Brasileira de Ciências e o terceiro cientista brasileiro mais citado em publicações científicas de renome.
6. O questionamento dos criacionistas é voltado para alguns pontos do darwinismo e não há nenhum incentivo nem direcionamento a se odiar Darwin – ou qualquer outro ser humano.
7. O ensino criacionista, dentro da Educação Adventista, vai ao encontro do que prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A Lei estabelece que os alunos devem criticar objetivamente as teorias científicas como elaborações humanas de representação aproximada da realidade, e que essas teorias estão sujeitas a revisões e até a descarte, e que o Ensino Médio tem, entre suas finalidades, a de capacitar o educando a continuar aprendendo, a ter autonomia intelectual e pensamento crítico.
8. Conforme escreveu a educadora Ellen White, “é a obra da verdadeira educação desenvolver essa faculdade, preparar os jovens para que sejam pensantes e não meros refletores do pensamento de outrem” (Educação, p. 17). Assim, as escolas adventistas entendem que o ensino do contraditório e o contraste de ideias promovem o pensamento crítico. Por isso, são expostos comparativamente nas aulas de ciências os modelos criacionista e evolucionista.
9. O criacionismo, embora tenha um componente religioso, pode ter suas premissas discutidas no contexto científico e ser considerado em sala de aula. Além disso, atualmente, mais do que em outra época, trata-se de um fenômeno cultural, com muitos defensores, mesmo em países cientificamente avançados como os Estados Unidos. Por isso, o criacionismo merece ser conhecido pelos alunos.
10. Os criadores do método científico, cientistas do quilate de Copérnico, Galileu e Newton, não viam contradição entre a ciência experimental e a religião bíblica. Portanto, os criacionistas de hoje se consideram em boa companhia.
A Educação Adventista tem ao redor do mundo 7.442 instituições, 80.883 professores e mais de 1,5 milhão de estudantes. No Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru e Equador, são 841 estabelecimentos de ensino (incluindo faculdades), 15.248 professores e 224.311 alunos. A Educação Adventista é reconhecida por sua preocupação em oferecer educação de forma integral, privilegiando não apenas o conhecimento técnico, mas o ensino de princípios morais e de uma vida saudável e feliz.
É por essas razões que a Rede Adventista proporciona aos estudantes todo o conhecimento necessário para seu desenvolvimento, o que inclui o entendimento tanto do modelo evolucionista, quanto do criacionista.
Michelson Borges e Felipe Lemos
Cientistas da NASA negam que Apocalipse ocorrerá em 2012
O início de 2012 reacendeu o debate sobre a previsão do fim do mundo, por conta de um antigo calendário maia. Especialistas da NASA dizem que não é preciso ser um cientista para saber que o mundo não vai acabar em 2012.
A Agência Espacial informou que a antiga civilização mesoamericana seguia um calendário de 365 dias não muito diferente do nosso.
Os Maias mediam o tempo com um mini-calendário com duração de 52 anos, e uma versão maior, que chegava a 5.125 anos. Alguns acreditam que o fim do longo ciclo de contagem em 21 de dezembro de 2012 marcaria o apocalipse para maias.
“Este calendário extenso chega ao fim em 21 de dezembro”, disse Don Yeomans, gerente do programa Near-Earth Object da NASA. ”É claro, um novo calendário teria início em 22 de dezembro. Seria como dizer que o nosso calendário termina em 31 de dezembro, e por isso é o fim dos tempos. Trata-se de novo ciclo que iria começar”.
“O fato é que a data marca o solstício de inverno, a noite mais longa do ano. Por isso muitas pessoas estão dando uma importância exagerada”, disse Yeomans. ”Durma bem em 21 de dezembro do próximo ano”, disse Yeomans. ”Os maias nunca previu o fim do mundo ocorreu naquela época”.
Existem outras apocalípticas relacionadas com essa data. Uma dessas “profecias” tem a ver com Nibiru, um planeta desconhecido que completaria sua órbita ao redor do nosso sistema solar no mês de dezembro e reentraria na Via Láctea, espalhando destruição em massa.
O ressurgimento de tal planeta, disse ele, exerceria uma atração gravitacional extrema sobre outros planetas, tirando-os da sua órbita normal e assim, causando sua destruição.
David Morrison, um cientista da NASA, desafiou a teoria de Nibiru em um vídeo postado no YouTube em outubro. Ele argumenta que um corpo celeste como Nibiru teria de ser visível caso fosse passar perto da Via Láctea. Não há registro disso nos satélites da NASA, o que elimina a possibilidade de existência do planeta.
“Nibiru não existe”, disse Morrison no vídeo. ”Nós não podemos vê-lo, não podemos detectar a sua gravidade e não há registro de passagens anteriores. Não temos que nos preocupar com esta farsa.”
Para Yeomans, outras teorias apocalípticas como danos gravitacionais por um alinhamento dos planetas, tempestades solares e mudança nos pólos magnéticos da Terra estão descartados. Esse tipo de coisa já aconteceu no passado, sem quaisquer consequências negativas.
Yeomans acrescenta que a ciência sabe separar fato de ficção. “Para todas as reivindicações de desastre ou mudanças dramáticas em 2012, as pessoas que fazem essas afirmações precisam provar o que dizem… Não há provas reais de nenhuma das afirmações feitas sobre o que deve ocorrer em dezembro de 2012.”
Fonte: [Gospelprime]
Nota: O ser humano sempre tentando criar escape e conforto para sua incerteza quanto ao futuro que não pertence ao controle humano! Caro leitor quer conhecer a final da história deste mundo e um novo recomeço! recomendo a leitura de um livro excelente: no momento posso enviar a você caro leitor o link para baixar o áudio e lá está o link para adquirir o livro: Eventos Finais da autora Ellen G. White.
Crianças nascem programadas para acreditar em Deus
O Dr. Justin Barret, pesquisador-chefe do Centre for Anthropology and Mind (Oxford), afirma que, devido à sua pressuposição de que tudo no mundo foi criado com um propósito, as crianças tem uma predisposição para acreditar num Ser Supremo [Deus]. O Dr. Barret afirma ainda que, mesmo que não tenham sido ensinadas nesse sentido (por familiares ou na escola), as crianças têm fé em Deus. Segundo o Dr. Barret, mesmo crianças que tivessem sido criadas sozinhas no deserto haveriam de acreditar em Deus. A preponderância das evidências científicas recolhidas durante os últimos dez anos tem mostrado que há muito mais coisas que parecem estar pré-programadas no desenvolvimento natural da mente infantil do que pensávamos anteriormente. Isso inclui uma predisposição para ver o mundo natural como um lugar com propósito e como o resultado de um ato criativo, e que um Ser Inteligente está por trás do propósito presente no mundo natural.
“Se puséssemos um grupo de crianças numa ilha deserta e elas crescessem sozinhas, penso que elas haveriam de acreditar em Deus”, disse o Dr. Barrett.
Numa apresentação no Faraday Institute (Cambridge), o Dr. Barrett citou experiências psicológicas feitas em crianças que, segundo ele, mostram como elas instintivamente acreditam que tudo foi criado com um propósito específico. [...] Barrett acrescentou ainda que as crianças são muito mais predispostas a acreditar no criacionismo do que na evolução – a despeito do que lhes tenha sido dito pelos pais ou pelos professores.
Segundo o pesquisador, antropólogos descobriram que em algumas culturas, as crianças acreditam em Deus mesmo que ensinamento religioso não lhes tenha sido disponibilizado. Em outras palavras, mesmo que as crianças não recebam ensinamento religioso nesse sentido, a predisposição natural delas é acreditar que o mundo natural tem uma Causa Inteligente.
A forma natural como o cérebro infantil se desenvolve torna as crianças mais susceptíveis a acreditar na criação divina ou no design inteligente. Em contraste, a evolução não só não é natural para a mente humana, como também é difícil de se acreditar nela. [...]
Fica difícil para os militantes ateus afirmar que “todas as crianças nascem ateístas”, quando, aparentemente, elas nascem com uma predisposição natural para atribuir a origem do mundo biológico a uma Causa Superior ao homem.
Fonte: [Criacionismo]
SBB lança Bíblia que pode ser lida até debaixo d’água
Você já imaginou poder ler a Palavra de Deus mesmo sob chuva? Impossível? Não é mais. A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) lança uma Bíblia impressa 100% em material plástico, com edição do Novo Testamento, à prova d’água e de intempéries. Totalmente impermeável, permite que a Palavra de Deus seja lida em qualquer lugar que o leitor esteja – na praia, à beira da piscina, na chuva e, até mesmo, durante a prática de mergulho –, sem que ocorra qualquer tipo de dano à publicação.
A obra já vem adequada à nova ortografia da língua portuguesa e na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH), que significa uma linguagem mais simples e acessível a qualquer pessoa, sem o rebuscamento que marca as publicações tradicionais. Traz também um vocabulário e mapas. Além disso, mostra como encontrar ajuda no Novo Testamento.
Fonte: [O Verbo]
Nota: Agora você pode ficar tranquilo, quando estiver aplicando aquele seu estudo bíblico básico e a chuva surpreender você, não será preciso tanto desespero e correria com medo de danificar sua Bíblia. Essa sem dúvida é uma boa invenção.
Médico explica experiência de quase-morte
SÃO PAULO – Médico acredita ter encontrado a explicação para os relatos de pessoas que passaram pro experiências de quase-morte. Dr Lakhmir Chawla, da Universidade George Washington, nos Estados Unidos, notou a existência de um aumento na atividade cerebral dos pacientes pouco antes deles falecerem – o que é causado pela liberação de energia do cérebro quando ele fica sem oxigênio. Isso explicaria, por exemplo, porque algumas pessoas que acordam após momentos de aparente morte descrevem luzes, sensações e visões.
Em um trabalho publicado no Journal of Palliative Medicine, o médico defende que essas sensações têm uma explicação biológica ao invés de mística ou metafísica. Em um estudo conduzido no hospital da universidade, Dr Chawla e sua equipe usaram um eletroencefalograma para monitorar pacientes. O objetivo inicial da pesquisa era observar se os pacientes que sofriam de doenças terminais, como câncer, ou problemas crônicos, por exemplo, no coração, estavam suficientemente sedados para não sentirem dor.
No entanto, o aparelho constatou que momentos antes da morte os pacientes passavam por uma explosão de atividade no cérebro que durava de 30 segundos a três minutos. A atividade era similar à de pessoas completamente conscientes, mesmo que os pacientes parecessem adormecidos e não tivessem pulso. Pouco depois do aumento, eles foram declarados mortos. Os médicos acreditam que, com a saída do sangue e a diminuição dos níveis de oxigênio, as células disparam um último impulso elétrico. Ele começa em uma parte do cérebro e se espalha em cascata, gerando uma rajada de atividade cerebral pouco antes da morte. Caso alguém passe por essa experiência mas acabe sobrevivendo, isso poderia explicar as experiências conhecidas como “quase morte” – como flutuar sobre o corpo, enxergar uma luz, ouvir coisas, etc...
F. [Veja]
Igreja diz que cientistas não devem brincar de Deus
Autoridades da igreja católica disseram hoje que a criação de uma célula sintética, anunciada ontem, pode ser um avanço positivo se usado corretamente, mas advertiu os cientistas de que apenas Deus pode criar vida.
Autoridades do Vaticano e da igreja italiana foram cautelosas em sua primeira reação ao anúncio feito ontem nos Estados Unidos de que haviam produzido uma célula viva contendo DNA feito pelo homem. Eles advertiram os cientistas sobre a responsabilidade ética do progresso científico. "É uma grande descoberta científica. Agora, temos de entender como será usada no futuro", disse o monsenhor Rino Fisichella, a principal autoridade sobre bioética do Vaticano.
Na quinta-feira, cientistas anunciaram a criação, pela primeira vez, de uma célula sintética, completamente controlada por instruções produzidas pelo homem, segundo anunciaram pesquisadores do instituto privado J. Craig Venter Institute. "Nós a chamamos de primeira célula sintética", disse o pesquisador de genoma Craig Venter, que supervisionou o projeto. "Estas são células reais."
Criadas a um custo de US$ 40 milhões, o organismo experimental de uma célula, que pode se reproduzir, abre caminho para a manipulação da vida numa escala jamais alcançada, de acordo com vários pesquisadores e especialistas em ética. Os cientistas vem alterando fragmentos de DNA há uma geração, produzindo uma mistura de plantas e animais geneticamente modificados. Mas a habilidade de criar um organismo inteiro oferece um novo poder sobre a vida, afirmaram.
"Este é literalmente um ponto de mudanças no relacionamento entre o homem e a natureza", disse o biólogo molecular Richard Ebright da Universidade Rutgers, que não participou do projeto. "Pela primeira vez, alguém gerou uma célula completamente artificial com propriedades predeterminadas."
Técnica
A nova célula, uma bactéria, foi concebida apenas como demonstração do projeto. Mas vários biólogos disseram acreditar que a técnica de laboratório usada em seu nascimento poderá em breve ser aplicada a outros tipos de bactéria com potencial comercial.
O anúncio foi a culminação de um projeto que no qual o doutor Venter e seus colegas trabalhavam desde 1995. A pesquisa foi revista por um painel de cientistas independentes, mas ninguém duplicou os experimentos do grupo de cientistas. Outros pesquisadores, trabalhando com diferentes abordagens do tema, disseram que o relatório é crível e que combina uma série de avanços conquistados anteriormente.
Para fazer a célula sintética, um grupo de 25 pesquisadores em laboratórios em Rockville, Maryland, e em San Diego, liderados pelo bioengenheiro Daniel Gibson e pelo doutor Venter, transformaram um código de computador numa forma de vida. Eles começaram com uma espécie de bactéria chamada Mycoplasma capricolum e, ao substituir seu genoma por outro escrito por eles, a transformaram numa variante de uma segunda espécie existente, chamada Mycoplasma mycoides.
Para começar, eles escreveram todo o código genético da criatura como um arquivo de computador, documentando mais de um milhão de pares base de DNA em um alfabeto bioquímico de adenina, citosina, guanina e timina. Eles editaram o arquivo, acrescentando um novo código, e então enviaram os dados eletrônicos para uma empresa de sequenciamento de DNA chamada Blue Heron Bio, em Bothell, Washington, onde ele foi transformado em centenas de pequenos pedaços de DNA químico.
F. (Yahoo)
Nota: Bem, é o assunto do momento vamos acompanhar até onde vai chegar essa história de homens que acreditam ter descoberto a ciência que não cabe aos homens.
Genes sintéticos prenunciam "vida artificial"
WASHINGTON (Reuters) - Pesquisadores que tentam desenvolver uma vida sintética conseguiram "reiniciar" uma bactéria oca usando um genoma produzido em laboratório, e esperam que isso eventualmente leve à produção de micróbios "sob medida".
"Esta é a primeira célula sintética que já fizemos, e chamamos de sintética porque a célula é totalmente derivada de um cromossomo sintético, feito com quadro frascos de substâncias químicas num sintetizador químico, a partir de informações em um computador", disse Craig Venter, pioneiro da pesquisa com genoma, que dirigiu a pesquisa.
"Esta é a primeira espécie autorreplicante que já tivemos no planeta cujo pai é um computador."
Venter disse que seria possível desenvolver bactérias que gerem combustível, algas que "suguem" o dióxido de carbono da atmosfera, ou organismos que contribuam na produção de vacinas.
"Isso se torna uma poderosíssima ferramenta para tentarmos desenhar o que quisermos que a biologia faça", afirmou o cientista em entrevista coletiva.
Em artigo na revista Science, a equipe de Venter disse ter trabalhado com uma versão sintética do DNA de uma bactéria chamada "Mycoplasma mycoides", transplantada para a "casca" da "Mycoplasma capricolum".
Após muitos inícios falsos, o novo micróbio ganhou vida e começou a se replicar em laboratório. "Achamos que este é um passo importante, tanto científica quanto filosoficamente. Certamente mudou minhas opiniões sobre as definições da vida e como a vida funciona", disse Venter na nota.
Foram anos até descobrir como fazer um cromossomo artificial, com sequências genéticas criadas pelo homem. Em seguida, foi preciso implantar isso para outra bactéria.
De início, nada aconteceu, porque havia um erro entre os mais de 1 milhão de pares da sequência genética. Isso adiou a conclusão do trabalho em várias semanas.
Os cientistas não afirmam ter criado uma forma completamente sintética de vida, e Venter disse ter consultado muitos especialistas em ética antes de começar. Além disso, a Casa Branca foi informada, por causa das implicações de segurança - a técnica poderia ser usada para sintetizar armas biológicas.
Vários outros cientistas disseram que o estudo será um marco. "Venter está entreabrindo a porta mais profunda na história da humanidade, potencialmente levando ao auge do seu destino", afirmou Julian Savulescu, da Universidade de Oxford, em nota.
"Ele vai em direção ao papel de um deus: criar a vida artificial, que jamais poderia existir naturalmente, criar a vida da terra, usando blocos básicos de construção."
F. (G1)
Nota: quem disse que depois da Ovelha Dolly os homens ficariam quetinhos! a história está só nas primicias do que ainda esta no por vir, quanto ao "brincar de deus"está expressão surge como um potesto aos geneticistas que aparentemente para muitos teólogos são vistos como alqueles que estão prestes "atentar" usurpar o direito criador de Deus. segundo a afirmação de alguns teólogos como Bart Hansen e Paul Schotsmans, que comentam sobre o estudo das células tronco, e que nelas está o princípio da vida; "quando se usa a expressão "brincar de Deus", as pessoas apontam para o crescente poder da medicina sobre a vida e a morte" e isso causa espanto sim! Não é por a caso que Paulo advertio seu aprendiz quanto a força influênciadora do conhecimento da ciência.
"Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, evitando as conversas vãs e profanas e as oposições da falsamente chamada ciência; a qual professando-a alguns, se desviaram da fé" (ITimóteo 6:20- 21)
"As profecias apresentam uma sucessão de acontecimentos no tempo do fim, diz o profeta, "muitos correrão de uma parte para outra, e a Ciência se multiplicará". (Dan. 12:4).
Esta ciência (entendimento humano), hoje é vista de forma mais clara e espantosa, quanto mais o homem vem progredindo em conhecimento científico mais ele se torna egoísta e tende a abandonar ao seu próximo. É notável o cumprimento das profecias bíblicas que a cada dia se torna mais real.



